Cid Teixeira

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Cadeira 19

Patrono: João Vanderley, Barão de Cotegipe

Fundador: Severino dos Santos Vieira

2o. Titular: Arlindo Coelho Fragoso. Fundador da Cadeira 41, criada em caráter provisório, transferindo para esta, após a morte de Severino Vieira, ocorrida a 27 de setembro de 1917, a fim de que fosse extinta a temporária.

3o. Titular: Deraldo Dias de Morais

4o. Titular: Guilherme Antônio Freire de Andrade Filho

5o. Titular: Godofredo Rebelo de Figueiredo Filho

Titular atual: Cid José Teixeira Cavalcanti

Posse em: 25.03.1993

www.cidteixeira.com.br

Nasceu no dia 11 de novembro de 1924, numa terça-feira ensolarada, em Salvador, capital da Bahia de Todos os Santos. De mãe Cidália e pai José, foi denominado Cid José, e reconhecido para o resto da vida e pelo o mundo afora como Cid Teixeira.

Cid não é um nome comum. Não foi naquela época em que o Brasil passou pelo ano Prestes, assim como não é hoje. Cid é, no mínimo, um nome curioso, assim como: Tororó, Barris, Lapinha, Itapagipe, Paraguaçu, Itaparica, Caramuru e soteropolitano. Ser Cid e soteropolitano, ao mesmo tempo, não é ser um ser comum. É confundir no mesmo sujeito o substantivo e o adjetivo, a história e a memória, a prosa e a poesia.

Em 1948 formou-se em direito pela UFBA. Entretanto, advogar, não advogou. Preferiu ser guia de turismo, repórter, doutor, professor, membro, adjunto, inspetor, representante, sócio, chefe, superintendente, diretor, vice-presidente, presidente, assessor, definidor, coordenador, secretário, redator, editorialista, orientador, organizador, conferencista, relator, autor, produtor, historiador e apresentador das histórias & memórias da Bahia.

Foi, e é.

Hoje Cid Teixeira e a história da cidade de Salvador e da Bahia se confundem, estão na mesma essência. Essência é aquilo que forma a natureza das coisas, é o espírito, a existência. Caminhar pelos cantos, encantos e mistérios da cidade de Salvador, é encontrar em cada tijolo, cada olhar e em cada alma que formou a nossa cidade e o nosso povo, o observador talentoso e o narrador magistral, Cid Teixeira.

E é assim, porque quer Todos os Santos da Bahia.

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