Florisvaldo Mattos

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Cadeira 31

Patrono: Belarmino Barreto

Fundador: Ernesto Simões da Silva Freitas Filho

2o. Titular: José Luís de Carvalho Filho

Titular atual: Florisvaldo Mattos

Posse em: 23.11.1995


Eleito em 28 de dezembro de 1994, tomou posse em 26 de novembro de 1995, no salão nobre da atual sede, sendo saudado por João Carlos Teixeira Gomes.

Florisvaldo Mattos nasceu na zona rural de Uruçuca (então Água Preta, distrito de Ilhéus), no sul do Estado da Bahia, em 1932, e assim, por circunstâncias legais, cidadão ilheense. Realizou seus estudos primários nesta cidade e os secundários Itabuna e Ilhéus, respectivamente nos ginásios da Divina Providência e Municipal, completando-os em Salvador no Colégio Estadual da Bahia. Aprovado no vestibular para a Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, obteve diploma no grau de Bacharel em Direito, em 1958.

Neste mesmo ano, iniciou-se na atividade do jornalismo impresso, como profissional, ao integrar a equipe fundadora do Jornal da Bahia, no qual desempenhou, em dois períodos, as funções de repórter, redator e chefe-de-reportagem; atuou no jornal Diário de Notícias, da cadeia dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, no qual exerceu as funções de repórter, colunista e posteriormente editor-chefe, participando inclusive, com Glauber Rocha e Paulo Gil Soares, da edição de seu suplemento literário, o SDN, que teve então importância dentro do processo cultural baiano. Por essa época, entre 1961 e 1968, assumiu o posto de correspondente do Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, sendo elevado a partir daí ao cargo de chefe de sua sucursal na Bahia, exercido até o ano de 1982. Em 1990, a convite do jornalista Jorge Calmon, ingressou no jornal A Tarde, assumindo o posto de editor de seu suplemento Cultural, premiado em 1995 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), no quesito de divulgação cultural, exercendo-o até 2003, quando passou à condição de editor de Opinião e, em seguida, ao cargo de editor-chefe, exercido até fevereiro de 2011, quando se afastou do jornalismo. A partir de 1962, concomitante à atividade de jornalismo, ingressou no magistério superior, no curso de Jornalismo, matriz da futura Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, na qual cursou Mestrado em Ciências Sociais, concluído em 1972, aposentando-se em 1994. Entre 1987 e 1989, exerceu o cargo de presidente da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em depoimento, prestado em setembro de 1981, faz um retrato da Geração Mapa que, da segunda metade da década de 1950 e até meados da de 60, agitou a vida cultural da Bahia, atuando com destaque nas áreas de literatura, cinema, teatro, artes plásticas e jornalismo. “Uma geração a que pertenço com muita honra. Glauber Rocha foi o nosso maior nome. Nossa proposta básica era romper com a inércia cultural de antão, alimentada pelo pensamento conservador vigente, enfim com barreiras que ainda se erguiam para aceitação dos princípios da arte moderna”, afirmava então. Foi também colaborador das revistas Ângulos, editada pela Faculdade de Direito, Mapa e Revista da Bahia, esta uma publicação do  Estado da Bahia, entre outras.

Foi eleito membro da Academia de Letras da Bahia em 1994, empossado na Cadeira nº 31, em 1995, na vaga do poeta Carvalho Filho. Como poeta e escritor, começou a publicar em jornais e revistas, estaduais e nacionais, participando inclusive de antologias poéticas nacionais, já nos anos 1950, e em livros a partir de 1965. Tem publicado também poesia em antologias internacionais, especialmente de Portugal, Espanha, França e Alemanha. Tem pronunciado palestras sobre temas abrangentes de poesia, literatura, jornalismo e cultura, em reuniões e conclaves promovidos por entidades diversas, entre as quais colégios e faculdades.

 

Publicações

  • Reverdor (poesia, 1965).
  • Valentino, peça teatral (1974).
  • Fábula Civil (poesia, 1975).
  • Dois Poemas para Glauber Rocha: plaqueta em cooperação com o poeta Fernando da Rocha Peres (1985).
  • A caligrafia do soluço & poesia anterior (1996).
  • Estação da prosa & Diversos (1997).
  • A comunicação social na Revolução dos Alfaiates (ensaio, 1998).
  • Mares acontecidos (poesia, 2000).
  • Galope amarelo e outros poemas (2001).
  • Travessia de oásis: a sensualidade na poesia de Sosígenes Costa (ensaio, 2004).
  • Poesia Reunida e Inéditos (2011)
  • Sonetos elementais (2012).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paulo Furtado

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Cadeira 30

Patrono: Joaquim Monteiro Caminhoá

Fundador: Antônio do Prado Valadares

2o. Titular: Roberto José Correia

3o. Titular: Alfredo Virira Pimentel

4o. Titular: Nestor Duarte Guimarães

5o. Titular: Josaphat Ramos Marinho

Titular atual: Paulo Furtado

Posse em: 24.04.2003


Eleito em 28 de outubro de 2002, tomou posse em 24 de abril de 2003, no salão nobre da atual sede, sendo saudado por Gerson Pereira dos Santos.

Paulo Roberto Bastos Furtado nasceu em Salvador, Bahia, a 29 de março de 1944. Casado com D. Maria Verônica Moreira Ramiro Furtado com dois filhos.

Discurso de Posse.
Discurso de Recepção.


Formação Profissional

  • Bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador.
  • Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia em 1980. Pós-Graduação, em nível de Mestrado, em Metodologia do Ensino Superior Faculdade de Educação da Universidade Católica do Salvador.
  • Curso de Direito Tributário, realizado na École Nationale de la Magistrature – Paris, de 12 de maio a 6 de junho de 1997.

 

 

 

Atividade Profissional

  • Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (Decano).
  • Ex-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia – Biênio 1992/1994.
  • Membro do Colégio dos Presidentes dos Tribunais de Justiça dos Estados.
  • Membro da Comissão Permanente de Revisão Constitucional do Colégio de Presidentes de Tribunais de Justiça.
  • Membro do Instituto dos Advogados da Bahia.
  • Membro da Academia de Letras Jurídicas da Bahia (Titular da Cadeira nº 37 – Patrono Prof. Severino Vieira.
  • Ex-Chefe da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia – março/1979  a fev. 1982.
  • Ex-Adjunto da Administração Regional de Salvador da Companhia Hidroelétrica do São Francisco – CHESF.
  • Ex-chefe do Serviço de Estudos e Contencioso Geral de Salvador do Setor Jurídico da Companhia Hidroelétrica do São Francisco – CHESF.
  • Ex-Advogado do Banco do Brasil.
  • Ex-advogado Monitor da Comissão de Assistência Jurídica da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção da Bahia.
  • Ex-Chefe do Gabinete da Secretaria da Justiça do Estado da Bahia (nomeado para responder pelo expediente da Pasta nos impedimentos eventuais do Titular – ano 1977).
  • Ex-Membro do Conselho Superior do Instituto dos Advogados da Bahia.
  • Ex-Representante da Secretaria da Justiça do Estado da Bahia no Conselho Estadual de Menores.
  • Ex-Presidente do Conselho de Administração da Empresa Gráfica da Bahia – EGBA.
  • Ex-Presidente do Conselho de Administração do Departamento de Edificações Públicas – DEP do Estado da Bahia.
  • Colaborador do Projeto de Estudo Conjunto e Coordenador da Norma Legislativa Urbana, do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia.
  • Representante da Universidade Católica do Salvador no Seminário sobre Desenvolvimento de Instituições de Educação Superior sob os auspícios dos Conselhos de Reitores das Universidades Brasileiras, a Universidade Católica de Petrópolis e da Universidade Autônoma de Guadalajara (México).
  • Presidente da Comissão de Concurso para Juiz do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.
  • Indicado ao Presidente da República para o Cargo de Ministro do Tribunal Superior de Justiça.
  • Membro da Academia de Letras da Bahia (Titular da cadeira nº 30 sucedendo ao Prof. Josaphat Marinho.
  • Ministro (convocado) pelo STJ desde 8 de janeiro de 2009.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades Didáticas

  • Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Adjunto da cadeira de Direito Processual Civil).
  • Ex-Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador (Adjunto da cadeira de Direito Processual Civil).
  • Ex-Professor da Faculdade de Economia da Universidade Católica do Salvador (Assistente da cadeira de Instituições de Direito Público e Privado).
  • Ex-Professor do Instituto S. Luís, Salvador (cadeira de História Geral).
  • Ex-Professor do Colégio Nossa Senhora de Lourdes, de Salvador (Cadeira de Direito Usual).
  • Ex-Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (da cadeira de Prática Forense e Orçamentária Judiciária).
  • Ex-Diretor da Escola de Preparação e Aperfeiçoamento de Magistrados – EPAM (Bahia).

 

 

 

 

 

 

 

Publicações

  • Autor da monografia Aspectos Cíveis da Busca e apreensão, editado pela Universidade Católica do Salvador (1972).
  • Ator da monografia Um Anteprojeto de Lei sobre o Mandado de segurança (colaboração ao Anteprojeto encaminhado pelo Instituto dos Advogados da Brasil à Câmara Federal publicada na Revista Arquivos, do Ministério da Justiça, no 37, jan-mar/1967).
  • Autor (co-autoria) da obra Direito Privado Econômico, publicado pela Distribuidora de Livros Salvador Ltda.
  • Autor da monografia A contestação na ação de alimentos, publicada pelo Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (1985) e, sob a forma de artigo, na Revista AJURIS, do Rio Grande do Sul (ano XI, nº 32, nov./1984, vol. 593, p. 20).
  • Autor do livro Execução, publicado pela Editora Saraiva (1985).
  • Autor da monografia Uniformização da Jurisprudência, publicada pela Associação dos Magistrados da Bahia – AMAB, (out/1982).
  • Autor do artigo As primeiras dúvidas no novo Código de Processo, publicado no jornal A Tarde, Salvador, Bahia, 29 de março de 1974.
  • Autor do artigo O juízo requerido, publicado no jornal A Tarde, Salvador, Bahia, 19 de dezembro de 1974.
  • Autor do artigo Trilogia Estrutural do Processo à luz da Teoria Egológica publicado na Revista Arquivos do Ministério da Justiça, nº 144, out/dez/1977.
  • Autor do artigo Os Cursos Jurídicos no Brasil publicado no Diário Oficial do Estado, edição de 11/8/1982, suplemento dedicado ao Dia do Magistrado, p. 2.
  • Autor do artigo Mandado de Segurança publicado pela Revista Bahia Forense, Salvador, v. 19, jan/mar/1983, p. 15.
  • Autor do artigo Mandado de Segurança contra ato judicial publicado pela Revista Fórum do Instituto dos Advogados da Bahia, número especial, Salvador, 1984, p. 117.
  • Autor da monografia Revelia Crítica, dissertação apresentada à Conclusão do Curso de Metodologia do Ensino Superior, em nível de Mestrado, na Universidade Católica do Salvador, publicação interna, 1975.
  • Autor da monografia Aspectos Conceituais e Processuais do Bem de Família, São Paulo, fev. 1983.
  • Lei de Arbitragem Comentada. São Paulo: Saraiva, 1995.
  • Breves Comentários às Leis . 10.352, de 26/12/2001/ . 10.358, de 27/12/2001/ . 10.444, de 7/5/2002 (Modificações no CPC). Salvador: Gráfica do IPRAJ, 2002.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hélio Pólvora

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Cadeira 29

Patrono: Agrário de Souza Menezes

Fundador: Antônio Alexandre Borges dos Reis

2o. Titular: Manços Chastinet Contreiras

3o. Titular: Colombo Moreira Spínola

4o. Titular: Jorge Farias Góes

Titular atual: Hélio Pólvora

Posse em: 08.03.1994

O escritor Hélio Pólvora (nome completo: Hélio Pólvora de Almeida) é natural de Itabuna, Bahia, onde nasceu em 1928, em fazenda de cacau. Fez estudos secundários em Salvador, no Colégio Dois de Julho, Colégio Carneiro Ribeiro e Colégio da Bahia. Iniciou-se no jornalismo como colaborador e editor do semanário Voz de Itabuna, e mais adiante foi correspondente em sua cidade de jornais de Salvador. Em janeiro de 1953 fixou-se no Rio de Janeiro, para curso universitário. Ali residiu cerca de trinta anos. Datam desse período o início de sua carreira literária e uma atividade jornalística intensa, que prosseguiram, depois de 1984, na Bahia (Itabuna, Ilhéus e Salvador).

À sua estréia em livro com Os Galos da Aurora (1958, reeditado em 2002, com texto definitivo), seguiram-se cerca de 25 títulos de obras de ficção e crítica literária, além de participação em dezenas de antologias nacionais e estrangeiras. Contos seus estão traduzidos em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e holandês.

A partir de 1990, passou a residir em Salvador. Eleito para a Cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia, faz parte também da Academia de Letras do Brasil (sede em Brasília, DF), onde ocupa a cadeira 13, que tem como patrono Graciliano Ramos. Pertence ainda à Academia de Letras de Ilhéus.

É Doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz .Fez parte da Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministro da Educação e Cultura, Jarbas Passarinho, para reconstituir os textos e reeditar a obra do Mestre, e integrou a Comissão Selo Bahia, criada pela Secretaria da Cultura e do Turismo, no âmbito da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Foi editor (Edições Antares, Rio de Janeiro), crítico literário do Jornal do Brasil, Veja e Correio Braziliense, por muitos anos, cronista e crítico de cinema do Jornal do Brasil, Shopping News e outros jornais e revistas. Fundador e editor do jornal Cacau-Letras. Parecerista da Livraria Francisco Alves Editora e do Instituto Nacional do Livro, no Rio de Janeiro. Atualmente é cronista de A Tarde. aos sábados, onde escreve há mais de oito anos. Também publica naquele órgão um artigo semanal, na página de opinião, aos domingos.

Conquistou prêmios literários de nomeada, entre os quais os da Bienal Nestlé de Literatura, anos 1982 e 1986, para contos (1.º lugar), e mais os prêmios da Fundação Castro Maya, para o livro Estranhos e Assustados, e Jornal do Commercio, para Os Galos da Aurora. Assina cerca de oitenta traduções de livros de ficção (romances e contos) e ensaios. Visitou a Colômbia, Estados Unidos e Alemanha, a convite oficial, e conhece bem, além do Brasil, a Europa Ocidental.

Livros Publicados

• Os Galos da Aurora, contos, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1958; Casa das Palavras, Salvador, 2002, 2ª. Edição revista.
• A Mulher na Janela, contos e crônicas, Editora A Estante, Rio de Janeiro,1962
• Estranhos e Assustados, contos, Editora Lidador, Rio de Janeiro, 1966
• A Força da Ficção, crítica literária, Editora Vozes, Petrópolis, 1970
• Noites Vivas, contos, Editora Expressão e Cultura, Rio de Janeiro, 1971
• Graciliano, Machado, Drummond & Outros, crítica literária, Livraria Francisco Alves, Editora, Rio de Janeiro, 1973
• 10 Contos Escolhidos, Editora Horizonte, Brasília, 1984.
• Massacre no Km 13, contos, Edições Antares, Rio de Janeiro, 1980
• O Menino do Cacau, novela, Edições Antares, Rio de Janeiro, 1975
• O Grito da Perdiz, contos, Difel – Difusão Européia do Livro, São Paulo, 1982
• Mar de Azov, Melhoramentos, São Paulo, 1986
• Xerazade, contos, José Olympio, Rio de Janeiro, 1992
• Um Pataxó em Chicago, BDA, Salvador, crônicas, 1994
• O Espaço Interior, Editora da Universidade Livre do Mar e da Mata, Ilhéus, crítica literária, 1998
• Crônicas da Capitania, Legnar, São Paulo, 2000
• A Guerra dos Foguetões Machos, Orabem Editora, Alenquer, Portugal, 2000
• O Rei dos Surubins, contos, Imago, Rio de Janeiro, 2000
• Itinerários do Conto. Interfaces críticas e teóricas da moderna short story, Editus– Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, 2002.
• Memorial de Outono, crônicas. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2005.
• Contos da Noite Fechada. Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, 2003.
• …de amor ainda se morre…, crônicas. Salvador: EPP Publicações, Salvador, 2008.
• Inúteis luas obscenas, romance. São Paulo: Casarão do Verbo, 2010.
• Don Solidon, romance. São Paulo: Casarão do Verbo, 2011.
• Contos e Novelas Reunidos. 2 vol., contos. Coleção Mestres da Literatura. Salvador: Academia de Letras da Bahia / Assembleia Legislativa da bahia, 2013

De sua bibliografia constam ainda antologias que organizou pessoalmente ou em parceria, e dois livros de poesias, estes fora de mercado. Casado com Maria Pólvora Silva de Almeida, tem dois filhos (Hélio e Raquel) e uma filha (Fernanda) de união anterior

Consuelo Pondé de Sena

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Cadeira 28

Patrono: Luís José Junqueira Freire

Fundador: Francisco Torquato Bahia da Silva Araújo

2o. Titular: Homero Pires de Oliveira e Silva

3o. Titular: José Calasans Brandão e Silva

Titular atual: Consuelo Pondé de Sena

Posse em: 14.03.2002

 

Consuelo Pondé de Sena nasceu em Salvador (BA) a 19 de janeiro de 1934, filha de Edístio Pondé e Maria Carolina Montanha Pondé. Cursou o primário e o ginasial no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, da educadora Anfrísia Santiago. Em seguida, fez o curso clássico, no Colégio Nossa Senhora das Mercês. Prestou exame vestibular na, então, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, no curso de Geografia e História, tendo sido classificada em primeiro lugar.

Após a formatura fez especialização em Língua Tupi e Etnologia Geral e do Brasil. Em 1959 e 1960, substituiu, por alguns meses, o prof. Frederico Edelweiss, na regência do curso de Língua Tupi. Em 1963, em face da aposentadoria do referido professor, assumiu a regência da disciplina. Submeteu-se a concurso de título e, durante 31 anos, foi professora de Tupi, lotada no Departamento de Antropologia. Na mesma Faculdade, foi professora de História da Arte, por indicação do seu mestre Godofredo Filho. Também substituiu Carlos Eduardo da Rocha, na Escola de Jornalismo, onde ensinou História da Cultura Artística e Literária.

Em 1974 foi nomeada diretora do Centro de Estudos Baianos da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FFCH, da UFBA. Dirigiu a Casa de Rui Barbosa da ABI, de cuja diretoria faz parte há muitos anos. Foi Vice Presidente do Conselho da Mulher Executiva da ACB. Assumiu a direção do Arquivo Público do Estado em 1986, nele permanecendo até 1990.

Mestra em Ciências Sociais – área de concentração – História Social. Apresentou dissertação de mestrado em 1977, com o trabalho: “Introdução ao Estudo de Uma Comunidade do Agreste Baiano – Itapicuru 1830-1892”. Tem inúmeros trabalhos publicados em revistas especializadas. È autora dos livros: Trajetória Histórica de Juazeiro, em colaboração com Angelina Garcez (1992), Cortes no Tempo ( crônicas) e A Hidranja azul e o Cravo vermelho (crônicas). Colaboradora dos jornais Tribuna da Bahia e A Tarde.

Em 1997 foi Presidente da Comissão em homenagem ao Sesquicentenário de Castro Alves. Nos anos de 1999 e 2001 também presidiu, respectivamente, o IV e V Congresso de História da Bahia.

Recebeu: Comenda Maria Quitéria (18-03-87), Medalha do Mérito do Estado da Bahia-28/02/1991 (grau – Comendador), Medalha do Infante D. Henrique 15/03/1994 (República Portuguesa), Medalha Dois de Julho, Prefeitura Municipal do Salvador.

Presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – IGHB, Sócia Correspondente da Academia Portuguesa da História, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e dos estaduais : Pernambuco, Paraíba , Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais e Paranaguá (Paraná). Eleita para a Cadeira número 28 da Academia de Letras da Bahia, tomou posse no dia 14 de março de 2002.

Discurso de Posse.
Discurso de Recepção.

 

Livros publicados:

  • Trajetória Histórica de Juazeiro, em colaboração com Angelina Garcez, Prefeitura Municipal de Juazeiro / Gráfica Gutenberg, 1992.
  • Cortes no Tempo, crônicas, Fundação Cultural do Estado da Bahia / Memorial das Letras, 1997.
  • A Hidranja azul e o Cravo vermelho, crônicas. Salvador: SCT/SUDECULT, 2002
  • Bernardino de Souza: vida e obra. (Org.). Salvador: Quarteto Editora, 2010.
  • No Insondável Tempo, crônicas. Salvador: Quarteto Editora, 2014.

James Amado

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Cadeira 27

Patrono: Francisco Rodrigues da Silva

Fundador: Frederico de Castro Rebelo

2o. Titular: Antônio Gonçalves Vianna Júnior

3o. Titular: Jaime Tourinho Junqueira Aires

4o. Titular: Antônio Loureiro de Souza

Titular atual: James Amado

Posse em: 26.04.1990

Roberto Santos

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Cadeira 26

Patrono: D. Antônio de Macedo Costa

Fundador: Padre José Cupertino de Lacerda

2o. Titular: Alberto Moreira Rabelo

3o. Titular: Monsenhor Francisco de Paiva Marques

4o. Titular: César Augusto de Araújo

Titular atual: Roberto Figueira Santos

Posse em: 10.08.1971


Eleito em 18 de junho de 1970, tomou posse em 10 de agosto de 1971, no salão nobre da Faculdade de Medicina, sendo saudado por Adriano de Azevedo Pondé.

Roberto Figueira Santos, filho de Edgar Rego Santos e Carmen Figueira Santos, nasceu em Salvador, Bahia, no dia 15 de setembro de 1926. Em julho de 1950, poucos meses após diplomar-se pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, obteve bolsa Fundação W. K. Kellogg que lhe permitiu viajar para os Estados Unidos da América do Norte onde, durante quase três anos frequentou Hospitais das Universidades de Cornell, Michigan e Harvard. Além de completar a sua formação no campo da Clínica Médica, participou de pesquisas sobre o metabolismo hidromineral no Massachusetts General Hospital, sob a orientação do professor Alexander Leaf. De volta a Salvador, passou a trabalhar em regime de dedicação exclusiva no Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia, hoje designado Hospital Universitário Professor Edgar Santos. Iniciou a carreira de magistério como assistente da 1ª Clínica Médica. Obteve o título de Doutor em Ciências Médico-Cirúrgicas mediante defesa de tese submetida à Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia. Submeteu-se a concurso para a docência-livre e conquistou, também mediante concurso de títulos e provas, a cátedra de Clínica Médica da mesma Faculdade. No exercício da cátedra criou o programa de residência médica do norte-nordeste do País e liderou alteração no currículo do curso de Medicina, com o intuito de evitar a especialização precoce, muito frequente até então. E defendeu a inclusão do ensino da sociologia médica aos estudantes, ainda no início da formação profissional. Pelo interesse revelado nos problemas da formação de médicos, foi eleito Presidente da Associação Brasileira de Educação Médica. Em 1963, casou-se com a Senhora Maria Amélia Menezes Santos. O casal tem seis filhos e, até a presente data, seis netos. Em 1967 foi nomeado Reitor da Universidade Federal da Bahia para um mandato de quatro anos, durante o qual dedicou especial atenção à reforma da estrutura universitária nos termos do Decreto-Lei 53, de 1966, e de documentos legais subsequentes. Planejada e executada no intuito de promover a intensificação do ensino e da pesquisa nos setores básicos do conhecimento, a nova estrutura possibilitou, nas últimas quatro décadas, a criação da vigorosa rede de pós-graduação, simultânea com o grande desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica nas nossas Universidades. Entre 1964 e 1964, Roberto Santos exerceu o cargo de membro do Conselho Federal da Educação, tendo sido Presidente do mesmo órgão de 1971-1974. Em 1975 assumiu o Governo do Estado da Bahia, com mandato de quatro anos. Sua gestão foi marcada por grande ênfase na atenuação dos imensos problemas sociais da população do Estado. A rede pública de atenção à saúde foi consideravelmente ampliada e foram muito aumentadas as oportunidades de matrículas no ensino médio profissionalizante. Implantou o primeiro Museu de Ciência e Tecnologia do País. No campo da Economia deu um grande impulso à construção de Pólo Petroquímico de Camaçari, fomentou o turismo com a construção do Centro de Convenções da Bahia, contribuiu para a modernização da agricultura construindo belíssimo Parque de Exposições de Animais e intensificando a cultura no café no Estado. Na área da infraestrutura construiu rodovias de fundamental importância e aumentou consideravelmente a eletrificação rural em várias regiões do Estado. No começo da década de 1980, em estreita colaboração com Tancredo Neves, organizou o Partido Popular na Bahia. No início do governo José Sarney assumiu a Presidência do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Pouco mais de um depois, foi nomeado Ministro da Saúde, cargo que ocupou entre os anos 1986 e 1987. Em seguida, representou o Brasil na Organização Mundial da Saúde, em Genebra, durante três anos. Eleito Deputado Federal pelo Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB), exerceu o mandato de 1995-1999, findo o qual reuniu seus pronunciamentos em volume intitulado Um mandato parlamentar a serviço das causas sociais. Em seguida, afastou-se da militância política para dedicar-se a iniciativas de natureza cultural. Em 2004 foi eleito Presidente da Academia de Educação da Bahia, além de participar ativamente da Academia de Letras da Bahia e da Academia de Medicina, e de Comissões ligadas à Reitoria da Universidade Federal da Bahia.


Publicações

  • A Bahia Integrada cidade e campo
  • O CNPq em 1985
  • Da Regulação Renal e Tecidual do Equilíbrio Ácido Básico
  • Edgar Santos o educador
  • Ensino Médico e Assistência à Saúde
  • Mensagem à Assembleia Legislativa – 1976
  • Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia
  • A prova da tolerância à água nas Hepatopatias Crônicas
  • Quatro anos depois
  • Resumo de realizações do Governo do Estado da Bahia
  • Retenção de sódio e de água como manifestação de doença hepática
  • A Universidade e os novos propósitos da sociedade brasileira
  • Um mandato parlamentar a serviço das causas sociais
  • Vidas paralelas
  • Reflexões sobre temas da atualidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fernando da Rocha Peres

Professor Fernando da Rocha Peres

Cadeira 25

Patrono: Pedro Eunápio da Silve Deiró

Fundador: Júlio Afrânio Peixoto

2o. Titular: Francisco Hermano Santana

3o. Titular: Raimundo de Souza Brito

4o. Titular: Luís Augusto Fraga Navarro de Brito

Titular atual: Fernando da Rocha Peres

Posse em: 16.06.1988


 

Eleito em 22 de junho de 1987, tomou posse em 16 de julho de 1987, no salão nobre da atual sede, sendo saudado por Jorge Calmon Moniz de Bittencourt.

Fernando da Rocha Peres nasceu em Salvador, Bahia, em 1936. É poeta e historiador. Desde 1957, atua na área cultural, quando participou das Jogralescas (poesia teatralizada), fundou a revista Mapa, a Yemanjá Filmes e aMacunaíma (editora). Exerceu os cargos públicos de Diretor do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), para a Bahia e Sergipe; Diretor-Presidente da Fundação Cultural do Estado da Bahia; Pró-Reitor de Extensão da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Diretor do Centro de Estudos Baianos da UFBA. Docente, durante quarenta anos, no Departamento de História da mesma Universidade. Em 2008, recebe o título de Professor Emérito da Universidade Federal da Bahia, e, em 2013, a Ordem do Mérito do Patriarca São Bento. Tem livros publicados na condição de poeta e historiador, dentre os quais: Cinco poetas, em coautoria com Carvalho Filho, Florisvaldo Mattos, Godofredo Filho e Myriam Fraga; capa e vinheta de Calasans Neto (Salvador: Macunaíma, 1966); Poemas bissextos, desenho da capa de Henrique Oswald (Salvador: Macunaíma, 1972); Memória da Sé (1ª ed. Salvador: Macunaíma, 1974; 2ª ed., fac-similar, Salvador: Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, 1999; 3ª ed., Salvador: Corrupio, 2009); Correspondente contumaz: cartas de Mário de Andrade a Pedro Nava (Organizador, autor da introdução e das notas; Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982); Gregório de Mattos e Guerra: uma re-visão biográfica, prefácio de Antônio Houaiss (Salvador: Macunaíma, 1983), Prêmio Joaquim Nabuco da Academia Brasileira de Letras; Louvação a Pedro Nava, em coautoria com Carlos Drummond de Andrade et al., nos oitenta anos do memorialista (São Paulo: José Mindlin, 1983); Gregório de Mattos e a Inquisição (Salvador: Universidade Federal da Bahia/Centro de Estudos Baianos, 1988); Tempo/Objetos, ilustrações de Carlos Scliar (Salvador: Macunaíma, 1989); Mr. Lexo-tan e outros poemas, apresentação de Luciana Stegagno Picchio e posfácio de Angeli (Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; COPENE, 1996); Febre terçã, prefácio de Angeli (Salvador: Corrupio, 2000); Crônica do encobrimento ou Relação do desmedido almotacel Expedito (Salvador: Égua Dor, 2000); Um códice setecentista inédito de Gregório de Mattos, em coautoria com Silvia La Regina (Salvador: Edufba, 2000); Gregório Mattos: o poeta renasce a cada ano (Organizador e autor da apresentação. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; Centro de Estudos Baianos da UFBA, 2000);Poemas de um cristão, prefácio de D. Pedro Casaldáliga (São Paulo: Rosari, 2001); Naturezas e coisas (Salvador: Corrupio, 2002); Breviário de Antônio Conselheiro, em coautoria com Walnice Nogueira Galvão, no centenário de Os Sertões, (Salvador: Edufba/Centro de Estudos Baianos, 2002; 2ª ed., Salvador: EDUFBA, 2012); Estranhuras, apresentação de José Mindlin, capa e ilustrações de Renina Katz (São Paulo: Ateliê Editorial, 2003); Salvadolores ou Coisas de amor (Salvador: Égua Dor, 2004) Gregório de Mattos: o poeta devorador (Rio de Janeiro: Manati, 2004); Participação na antologia Poesia straniera portoghese e brasiliana, direção de Luciana Stegagno Picchio. (Itália: Editoriale L’Espresso, 2004); Criancices/Bambinate, tradução de Silvia La Regina e desenhos de Sante Scaldaferri (Salvador: Cidade da Bahia, 2005); Fantesiosa Lafimbriapoema e soneto onímodo, apresentação de Ana Hatherly, capa e ilustrações de Emanoel Araújo (Salvador: Égua Dor, 2006); O livro dos três, em coautoria com Jomard Muniz de Brito e João Carlos Teixeira Gomes (Recife: Bagaço, 2007); Diário de Godofredo Filho (Organizador com Vera Rollemberg e autor da introdução. Salvador: Edufba, 2007); Cartas inéditas de Graciliano Ramos a seus tradutores argentinos Benjamín de Garay e Raúl Navarro (Organizador e autor da apresentação), com introdução, ensaios e notas de Pedro Moacir Maia. Salvador: Edufba, 2008); Breve notícia sobre os monges bentos na Bahia do Novo Mundo. In: PAIXÃO, Dom Gregório. Mosteiro de São Bento da Bahia. São Paulo: Odebrecht, 2008. p. 336-380. Participante das antologias: a) A Poesia baiana do século XX. Rio de Janeiro: Imago, 1999; b) Voix croisées – Brésil-France. Provence (Alpes-Côte d`Azur: Autre/SUD, 2006); c) Geopoemas, Salvador: Edufba, 2007; d) Traversée d`Océans. (Paris: Édition LaNore, 2012). Gravou em CD os poemas de Estranhuras, com música de Luiz Henrique Xavier (São Paulo, 2004). Autor da apresentação dos Poemas selecionados de Gregório de Mattos e Guerra, ilustrações de Sante Scaldaferri, (Brasília: Confraria dos Bibliófilos do Brasil, 2010). É membro da Academia de Letras da Bahia e sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Orgulha-se por defender a Universidade pública de qualidade e a Cidade da Bahia, que chama de “Salvadolores”, contra a especulação imobiliária e a conivência do poder público, desde sempre, para destruí-la.

Francisco Senna

CHICO SENNA (I)

Cadeira 24

Patrono: Demétrio Ciriaco Tourinho

Fundador: Luís Pinto de Carvalho

2o. Titular: Luís Menezes Monteiro da Costa

3o. Titular: Renato Berbett de Castro

Titular atual: Francisco Soares de Senna

Posse em: 27.04.2000

Nascido na Cidade do Salvador – Bahia, em 27 de fevereiro de 1952, Francisco Senna é filho primogênito de Renato de Moraes Senna e Almíria d’Araújo Senna. Graduou-se pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA em 1977. Realizou Cursos de Especialização em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos na UFBA, em 1982 e na Cidade de Florença – Itália, em 1985.

Foi membro da equipe coordenada pelo arquiteto Paulo Ormindo David de Azevedo, que realizou o Inventário de Proteção do Acervo Cultural da Bahia – IPAC-BA, de 1973 a 1984, obra publicada pelo Governo do Estado da Bahia em 7 volumes, sendo co-autor do último volume.

Foi Pró-Reitor de Extensão da UFBA, de 1991 a 1992, onde exerceu diversos cargos de Chefe de Departamento, Coordenador de Colegiado e Diretor em exercício de Faculdade. De 1995 a 1996 exerceu o cargo de Gerente de Promoção de Investimentos do PRODETUR, na Secretaria da Cultura e Turismo da Bahia.

Foi presidente da Fundação Gregório de Mattos, de 1997 a 2004, e da comissão organizadora das comemorações dos 450 anos de fundação da Cidade do Salvador, em 1999.

Representou a Cidade do Salvador em diversos encontros no Brasil e no exterior: Argentina, Chile, China, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Paraguai, Portugal, Japão, especialmente os da União das Cidades Capitais Lusófonas – UCCLA e do Fórum das Cidades Patrimônio Cultural da Humanidade, da UNESCO.

Membro do Conselho de Coordenação da UFBA; do Conselho de Cultura do Estado da Bahia; do Conselho Consultivo do Fórum UNESCO-Bahia; do Conselho Consultivo da Fundação Museu Rodin-Bahia; do Conselho Executivo do Projeto Portal da Misericórdia, da Comissão Gerenciadora do Fundo de Cultura da Bahia e do Programa FAZCULTURA.

Autor do Livro, publicado em 2007, sobre os bairros da Preguiça e Conceição da Praia e de diversos artigos publicados em livros e revistas.

Palestrante, nos idiomas português, inglês e italiano, em diversas instituições no Brasil e no exterior, tendo como tema central a História, Arquitetura e Cultura baianas.

Atualmente é Professor Adjunto do Departamento V da Faculdade de Arquitetura da UFBA, sendo regente da disciplina História e Teoria da Arquitetura Brasileira. É assessor do Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Odebrecht, Dr. Norberto Odebrecht.

Francisco Senna é Membro Titular da Academia de Letras da Bahia, onde ocupa a cadeira de número 24, sucedendo o acadêmico Renato Berbert de Castro. Membro da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris, na cadeira de Nossa Senhora Auxiliadora, desde 24 de maio de 2001. Membro Sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e do Instituto Genealógico da Bahia. Irmão da Santa Casa de Misericórdia da Bahia e da Veneranda Ordem Terceira de São Francisco da Bahia. Membro do Conselho de Cultura da Santa Casa de Misericórdia da Bahia; do Conselho de Cultura da Associação Comercial da Bahia; do Conselho Curador da Fundação Instituto Feminino da Bahia; do Conselho Deliberativo da Fundação Museu Carlos Costa Pinto; do Conselho Deliberativo da Associação Cultural Brasil/Estados Unidos e do Conselho Superior das Faculdades Integradas Olga Mettig.

Samuel Celestino

sc

Cadeira 23

Patrono: Antônio Januário de Faria
Fundador: José Américo Garcez Fróes
2o. Titular: Jorge Calmon Moniz de Bittencourt
3o. Titular: Aloísio Henrique de Barros Porto
Titular atual: Samuel Celestino Silva Filho
Posse em
: 21.08.2008


Eleito em 16 de julho de 2007, tomou posse em 21 de outubro de 2007, no salão nobre da atual sede, sendo saudado por Edivaldo Boaventura.

Samuel Celestino Filho, filho de Samuel Celestino da Silva Filho e D. Adalgisa Carvalho da Silva, nasceu na cidade de Itabuna, Bahia, a 26 de setembro de 1943. Fez o primeiro grau na Escola Ana Lúcia Oliveira, em Itabuna; o ginasial e o curso clássico no Colégio Estadual Severino Vieira. Formado em Direito na Turma de 1967 pela Faculdade de Direito da Uni­versidade Federal da Bahia. É também jornalista profissional, conforme registro DRT nº. 583-1965.


Atividades Profissionais

  • Repórter Especial do Jornal da Bahia (1965/1967).
  • Repórter político do Jornal da Bahia (1967/1970).
  • Chefe da Assessoria Jurídica do Departamento de Telecomunicações do Estado da Bahia (1969/1971).
  • Assessor de Imprensa do Banco do Estado da Bahia.
  • Chefe de Divisão do Departamento de Divulgação do Baneb.
  • Editor Político do Jornal A Tarde.
  • Cronista do Jornal A Tarde.
  • Colunista do Jornal A Tarde – Samuel Celestino Comenta – a partir de 1988.
  • Chefe da Sucursal para a Bahia da Empresa Brasileira de Notícias (EBN) – Ministério da Justiça (1985).
  • Presidente da Associação Bahiana de Cronistas Políticos (1968/1970).
  • Vice-Presidente da Associação Bahiana de Imprensa – ABI (1984).
  • Presidente da Associação Bahiana de Imprensa – ABI, desde 1986, cumpre a 12ª gestão.
  • Diretor do site Bahia Notícias.
  • Diretor da rádio Tudo FM.

Publicações

  • Livro – Política: Fatos & Tendências, 1999.
  • Artigos, ensaios e crônicas em diversos jornais e revistas do país.

Discurso de posse.
Discurso de recepção.