Rita Olivieri-Godet e Maria Beltrão são eleitas correspondentes da Academia

A ensaísta e pesquisadora baiana Rita Olivieri-Godet e a pesquisadora e doutora em arqueologia fluminense Maria da Conceição de Moraes Coutinho Beltrão foram eleitas membros correspondentes da Academia de Letras da Bahia.

As respeitadas profissionais foram eleitas na sessão do último dia 28 de dezembro e deverão tomar posse no primeiro semestre de 2011.

A pesquisadora Rita Olivieri-Godet foi escolhida após votação secreta nominal, quando os acadêmicos acolheram uma petição de Aleilton Fonseca indicando seu nome, que teve o parecer favorável de Carlos Ribeiro, Gláucia Lemos e Yeda Castro, cumprindo a praxe regimental.

Em plenário, as duas candidatas foram eleitas por unanimidade.

Maria Brandão foi escolhida quando os acadêmicos acolheram uma petição do acadêmico Edivaldo Boaventura, indicando seu nome, com parecer favorável de Consuelo Pondé de Sena, Cid Teixeira e João Eurico Matta.

Prêmio de Ensaio Professora titular da Universidade de Rennes 2, Rita Godet destaca-se atualmente na França por seu intenso trabalho de docente, pesquisadora e conferencista voltado para autores baianos, como Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro, Antônio Torres,Antônio Brasileiro, Juraci Dórea, Eurico Alves, e outros.

Recentemente, recebeu o Prêmio de Ensaio 2010, da União Brasileira de Escritores, do Rio de Janeiro, pelo livro Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro, considerado o melhor ensaio já escrito sobre o autor baiano.

“Foi uma surpresa, mas fiquei muito honrada e feliz”, afirmou Rita Godet, que está se debruçando em novo ensaio crítico sobre a representação dos índios na literatura da América.

Reconhecimento A pesquisadora e arqueóloga Maria Beltrão tem desenvolvido amplas pesquisas em vários estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, Paraná e Bahia, com grande prestígio no exterior.

“Foi uma grande generosidade. Considero um coroamento pelas minhas atividades desenvolvidas na Bahia. Sou baiana do coração e Deus agora me deu este presente”, disse Rita Godet, que atualmente se debruça sobre novo ensaio crítico, disse ter ficado surpresa com sua eleição.

Fonte: A Tarde

Leia mais em http://academiadeletrasdabahia.org.br/blog/?p=283

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Rita Olivieri-Godet e Maria Beltrão são eleitas correspondentes da Academia

A ensaísta e pesquisadora baiana Rita Olivieri-Godet e a pesquisadora e doutora em arqueologia fluminense Maria da Conceição de Moraes Coutinho Beltrão foram eleitas membros correspondentes da Academia de Letras da Bahia.

As respeitadas profissionais foram eleitas na sessão do último dia 28 de dezembro e deverão tomar posse no primeiro semestre de 2011.

A pesquisadora Rita Olivieri-Godet foi escolhida após votação secreta nominal, quando os acadêmicos acolheram uma petição de Aleilton Fonseca indicando seu nome, que teve o parecer favorável de Carlos Ribeiro, Gláucia Lemos e Yeda Castro, cumprindo a praxe regimental.

Em plenário, as duas candidatas foram eleitas por unanimidade.

Maria Brandão foi escolhida quando os acadêmicos acolheram uma petição do acadêmico Edivaldo Boaventura, indicando seu nome, com parecer favorável de Consuelo Pondé de Sena, Cid Teixeira e João Eurico Matta.

Prêmio de Ensaio Professora titular da Universidade de Rennes 2, Rita Godet destaca-se atualmente na França por seu intenso trabalho de docente, pesquisadora e conferencista voltado para autores baianos, como Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro, Antônio Torres,Antônio Brasileiro, Juraci Dórea, Eurico Alves, e outros.

Recentemente, recebeu o Prêmio de Ensaio 2010, da União Brasileira de Escritores, do Rio de Janeiro, pelo livro Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro, considerado o melhor ensaio já escrito sobre o autor baiano.

“Foi uma surpresa, mas fiquei muito honrada e feliz”, afirmou Rita Godet, que está se debruçando em novo ensaio crítico sobre a representação dos índios na literatura da América.

Reconhecimento A pesquisadora e arqueóloga Maria Beltrão tem desenvolvido amplas pesquisas em vários estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, Paraná e Bahia, com grande prestígio no exterior.

“Foi uma grande generosidade. Considero um coroamento pelas minhas atividades desenvolvidas na Bahia. Sou baiana do coração e Deus agora me deu este presente”, disse Rita Godet, que atualmente se debruça sobre novo ensaio crítico, disse ter ficado surpresa com sua eleição.

Fonte: A Tarde

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Maria Beltrão eleita como acadêmica correspondente

Em sessão ordinária da Academia de Letras da Bahia na tarde de 28 de dezembro de 2010, a arqueóloga Maria Beltrão foi eleita como acadêmica correspondente deste sodalício.

O que há em comum entre o desenho de um tigre extinto, uma mulher de mais de 11 mil anos e a Associação Internacional de Escritores? A resposta é o sorriso simpático da arqueóloga e historiadora Maria Beltrão.

Doutora em Arqueologia e Geologia, Maria Beltrão tem projetado o Brasil no mundo das ciências do homem com suas descobertas e se consolidou como defensora do nosso patrimônio cultural material e imaterial. Papel que exerceu durante os 18 anos em que foi uma das Conselheiras Consultivas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou quando representou o Brasil na Associação Internacional de Paleontologia Humana. Em ambos os casos, sua participação foi pioneira, já que antes nenhuma mulher havia integrado o IPHAN, assim como qualquer paleontólogo brasileiro havia representado o país na referida Associação.

Com um currículo invejável, Maria Beltrão desenvolveu a capacidade de olhar mais adiante, estando sempre à frente de importantes projetos de pesquisa científica de repercussão no país e no exterior. Foi por suas mãos que o primeiro sítio arqueológico pertencente ao período pleistocênico sul americano foi datado, fato histórico para a arqueologia brasileira e para as ciências da terra. Também esteve envolvida na descoberta da mais antiga ossada humana no Brasil, recentemente atestada como tendo mais de 11 mil anos, atuando como coordenadora, pelo lado brasileiro, da Missão franco-brasileira que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais. Atualmente, coordena o Projeto Central que estuda uma vasta região nas proximidades do Rio São Francisco, no interior da Bahia.

Defensora da teoria da convergência cultural entre os continentes, segundo a qual teria existido intercâmbio de populações intercontinentais, recentemente, encontrou importantes indícios que corroboram sua teoria. O desenho de um tigre dente-de-sabre, animal que viveu entre 1.5 milhões e 11 mil anos atrás, descoberto no canyon da Chapada Diamantina, na Bahia, foi mais uma comprovação da veracidade de sua tese. A pintura rupestre indica que no Brasil o homem conviveu com animais comuns à África e à América do Norte e a simbologia encontrada é semelhante nos três continentes.
O reconhecimento internacional ao trabalho da professora Maria Beltrão não se deve somente a suas descobertas científicas, mas, sobretudo às suas idéias e proposições que sempre fomentaram o debate científico e impulsionaram a continuidade e a diversificação das pesquisas arqueológicas. Reconhecida no meio acadêmico, assume papel de educadora ao desenvolver projetos que ultrapassam os limites da universidade. Com o objetivo de gerar cidadania popularizando a informação científica e aproximando o homem comum do conhecimento. Para melhor empreender a incansável luta em defesa do patrimônio cultural brasileiro fundou, junto com outros eminentes colegas pesquisadores, o Instituto Walden – Tempo, Homem e Natureza ? organização não governamental de caráter científico, cultural e educativo, que tem por finalidade o estudo, a pesquisa, a realização de cursos e a implementação de projetos referentes à conservação ambiental e patrimonial, com ênfase em pesquisas arqueológicas e geológicas, visa ao desenvolvimento sócio-cultural das comunidades envolvidas e a preservação da cultura brasileira sob suas várias modalidades e manifestações.

Os doze livros que publicou são outro ponto fundamental na tarefa que exerce de registro e disseminação da cultura e do conhecimento. Empreendedora também no mundo das letras, Maria foi presidente do Pen Clube do Brasil, o centro brasileiro da Associação Internacional de escritores.

Maria Beltrão eleita como acadêmica correspondente

Em sessão ordinária da Academia de Letras da Bahia na tarde de 28 de dezembro de 2010, a arqueóloga Maria Beltrão foi eleita como acadêmica correspondente deste sodalício.

O que há em comum entre o desenho de um tigre extinto, uma mulher de mais de 11 mil anos e a Associação Internacional de Escritores? A resposta é o sorriso simpático da arqueóloga e historiadora Maria Beltrão.

Doutora em Arqueologia e Geologia, Maria Beltrão tem projetado o Brasil no mundo das ciências do homem com suas descobertas e se consolidou como defensora do nosso patrimônio cultural material e imaterial. Papel que exerceu durante os 18 anos em que foi uma das Conselheiras Consultivas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ou quando representou o Brasil na Associação Internacional de Paleontologia Humana. Em ambos os casos, sua participação foi pioneira, já que antes nenhuma mulher havia integrado o IPHAN, assim como qualquer paleontólogo brasileiro havia representado o país na referida Associação.

Com um currículo invejável, Maria Beltrão desenvolveu a capacidade de olhar mais adiante, estando sempre à frente de importantes projetos de pesquisa científica de repercussão no país e no exterior. Foi por suas mãos que o primeiro sítio arqueológico pertencente ao período pleistocênico sul americano foi datado, fato histórico para a arqueologia brasileira e para as ciências da terra. Também esteve envolvida na descoberta da mais antiga ossada humana no Brasil, recentemente atestada como tendo mais de 11 mil anos, atuando como coordenadora, pelo lado brasileiro, da Missão franco-brasileira que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais. Atualmente, coordena o Projeto Central que estuda uma vasta região nas proximidades do Rio São Francisco, no interior da Bahia.

Defensora da teoria da convergência cultural entre os continentes, segundo a qual teria existido intercâmbio de populações intercontinentais, recentemente, encontrou importantes indícios que corroboram sua teoria. O desenho de um tigre dente-de-sabre, animal que viveu entre 1.5 milhões e 11 mil anos atrás, descoberto no canyon da Chapada Diamantina, na Bahia, foi mais uma comprovação da veracidade de sua tese. A pintura rupestre indica que no Brasil o homem conviveu com animais comuns à África e à América do Norte e a simbologia encontrada é semelhante nos três continentes.
O reconhecimento internacional ao trabalho da professora Maria Beltrão não se deve somente a suas descobertas científicas, mas, sobretudo às suas idéias e proposições que sempre fomentaram o debate científico e impulsionaram a continuidade e a diversificação das pesquisas arqueológicas. Reconhecida no meio acadêmico, assume papel de educadora ao desenvolver projetos que ultrapassam os limites da universidade. Com o objetivo de gerar cidadania popularizando a informação científica e aproximando o homem comum do conhecimento. Para melhor empreender a incansável luta em defesa do patrimônio cultural brasileiro fundou, junto com outros eminentes colegas pesquisadores, o Instituto Walden – Tempo, Homem e Natureza ? organização não governamental de caráter científico, cultural e educativo, que tem por finalidade o estudo, a pesquisa, a realização de cursos e a implementação de projetos referentes à conservação ambiental e patrimonial, com ênfase em pesquisas arqueológicas e geológicas, visa ao desenvolvimento sócio-cultural das comunidades envolvidas e a preservação da cultura brasileira sob suas várias modalidades e manifestações.

Os doze livros que publicou são outro ponto fundamental na tarefa que exerce de registro e disseminação da cultura e do conhecimento. Empreendedora também no mundo das letras, Maria foi presidente do Pen Clube do Brasil, o centro brasileiro da Associação Internacional de escritores.

RITA OLIVIERI-GODET: premiada por ensaio sobre João Ubaldo Ribeiro

alefAleilton Fonseca

A ensaísta baiana Rita Olivieri-Godet recebeu recentemente o importante Prêmio de Ensaio 2010, da União Brasileira de Escritores, pelo seu livro Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro (São Paulo: HUCITEC; Rio de Janeiro: ABL; Feira de Santana: UEFS Editora, 2009), fato que é muito auspicioso para a literatura baiana.

 

No livro, a ensaísta debruça-se sobre a ficção ubaldiana para analisar a questão da identidade. A configuração identitária dos povos nunca foi um processo claro e pacífico. A história tem mostrado como as diferenças provocam conflitos, levam à intolerância e à discriminação. Em face disso, a literatura muitas vezes se torna uma forma de representação crítica, mostrando a crueza e o absurdo de realidades que precisam ser compreendidas e superadas. A obra de João Ubaldo Ribeiro mostra-se atenta a essas questões, ao abordar diversos aspectos da formação social do povo brasileiro.

O livro de Olivieri-Godet debruça-se sobre as construções identitárias do autor de O albatroz azul, para examinar uma das facetas mais significativas de sua obra. A ensaísta, que leciona na Universidade de Rennes 2, na França, já publicou diversos artigos sobre as representações literárias das relações culturais contemporâneas. No novo ensaio, ela analisa Viva o povo brasileiro, Vila Real, o Feitiço da ilha do pavão, A casa dos budas ditosos, as crônicas do livro Um brasileiro em Berlim, além de contos do livro podeis da pátria filhos. Godet aborda os textos ficcionais a partir de uma conceituação teórica específica, citando autores brasileiros e franceses, como Antonio Candido, Silviano Santiago, Zilá Bernd, Francis Utéza, Georges Bataille, Gérard Genette, Gilles Deleuze, e os caribenhos Patrick Chamoiseau, Édouard Glissant, entre outros.

Nos quatro capítulos do livro, a autora estabelece conexões entre as obras de Ubaldo e as questões identitárias, demonstrando suas recorrências, seus significados e sua abrangência. Com isso, insere a literatura brasileira na problemática das identidades, como ponto de partida para situar o lugar ocupado por João Ubaldo nesse universo temático. Seu estudo aponta o percurso do ficcionista, desde a tendência carnavalizante de Vencecavalo e o outro povo (1974), passando pelo neo-realismo de Vila Real (1979), até chegar a uma ficção que “faz coexistir uma visão épica e dramática com a perspectiva carnavalesca, que, cada vez mais, terá tendência a se impor em sua obra” (p. 28).

Em suas análises, Godet anuncia que, em João Ubaldo Ribeiro, “a problemática da identidade nacional afasta-se da homogeneização dos traços culturais, privilegiando uma representação plural da identidade brasileira” (p. 28). Para demonstrar seu ponto de vista, ela coteja os textos ficcionais com o aparato teórico, privilegiando a articulação entre as estratégias narrativas e as figurações identitárias operadas pelo escritor.

O ensaio correlaciona memória, história e ficção, e aproxima identidade, território e utopia, mostrando marcas da voz autoral, intertextualidades, técnica e estratégias narrativas. Segundo a autora, Ubaldo implode estereótipos, instaura a pluralidade de vozes, revelando a face obscura e conflituosa da formação identitária brasileira.

Godet mostra como os textos de João Ubaldo refletem sobre os dilemas de nossa época, ainda marcada por reações de intolerância diante de certas manifestações da diversidade cultural e identitária. Dessa forma, considera que sua ficção contribui para que entendamos melhor a sociedade em que vivemos, identificando seus conflitos e suas possíveis soluções.

Aleilton Fonseca é escritor, Doutor em Letras pela USP, professor Titular Pleno da UEFS. Pertence á UBE/SP, Pen Clube do Brasil e à Academia de Letras da Bahia. Publicou recentemente o romance O pêndulo de Euclides e o livro de narrativas curtas A mulher dos sonhos.

Rita Olivieri-Godet eleita como acadêmica correspondente

A ensaísta e pesquisadora baiana Rita Olivieri-Godet foi eleita como membro correpondente da Academia de Letras da Bahia, na sessão do dia 28 de dezembro de 2010, devenmdo tomar posse no primeiro semestre de 2011. Em votação secreta nominal, os acadêmicos acolheram uma petição de Aleilton Fonseca indicando seu nome, que teve o parecer favorável de Carlos Ribeiro, Gláucia Lemos e Yeda Castro, cumprindo a praxe regimental. Em plenário, a candidata foi eleita por unanimidade. Professora titular da Universidade de Rennes 2, Godet destaca-se atualmente na França por seu intenso trabalho de docente, pesquisadora e conferencista, cujo assunto principal tem sido os autores baianos, como Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro, Antônio Torres, Antônio Brasileiro, Juraci Dórea, Eurico Alves, entre outros. Recentemente, recebeu o Prêmio de Ensaio 2010, da União Brasileira de Escritores, do Rio de Janeiro, pelo livro Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro, considerado o melhor ensaio já escrito sobre o autor baiano.

Rita Olivieri-Godet é Licenciada em Letras Vernáculas com francês pela UFBa, tem Doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP e pós-doutorado na Universidade de Paris 10. Foi professora titular de Teoria da literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana–Bahia e Professora Visitante de literatura brasileira da Universidade de Bordeaux 3. Vive atualmente na França, tendo prestado concurso para professora titular de literatura brasileira na Universidade de Rennes 2 em 2003, depois de ter assumido o cargo de Maître de Conférencesna Universidade de Paris 8 (1998-2003).

Entre 2004 e 2006 foi diretora adjunta da Ecole doctorale “Humanités et Sciences de l’Homme” de Rennes 2. Diretora do Departamento de Português de Rennes 2 é também responsável pela coordenação doMaster internacional “Les Amériques” e pelo laboratório de pesquisa PRIPLAP- Pôle de Recherche Interuniversitaire sur les pays de langue portugaise da equipe de pesquisa ERIMIT – Equipe de Recherche “Mémoires, Territoires, Identités”, no seio do qual organiza inúmeras atividades em torno da cultura brasileira, com um destaque especial para a cultura baiana.

O último colóquio internacional “João Guimarães Rosa: memória e imaginário do sertão-mundo”, realizado em Rennes2, em outubro de 2008, contou com a participação de pesquisadores de várias universidades brasileiras e estrangeiras e a presença representativa de artistas e professores baianos como Antônio Brasileiro, Juraci Dórea e Aleilton Fonseca.

Colabora com várias Universidades brasileiras entre as quais se destacam a Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS, a Universidade de São Paulo, a Universidade de Brasília, a Universidade Federal de Minas Gerais, entre outras. Publicou vários artigos em revistas nacionais e estrangeiras e vários livros sobre literatura e cultura brasileiras no Brasil e na França. Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro é a versão revista de um livro publicado originalmente em francês, João Ubaldo Ribeiro: literatura brésilienne et constructions identitaires pela Presses Universitaires de Rennes, em 2005.

Obras publicadas:

GODET, Rita Olivieri, Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro; tradução de Rita Olivieri-Godet e Regina Salgado Campos. São Paulo: Hucitec; Feira de Santana, BA: UEFS Ed.; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2009. 288p.-(Linguagem e cultura; 44)
GODET, Rita Olivieri, João Ubaldo Ribeiro : littérature brésilienne et constructions identitaires,Rennes : Presses Universitaires de Rennes, Collection Interférences / Programa de Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural/UEFS-Bahia, 2005, 244 pages.
GODET, Rita Olivieri et HOSSNE, Andrea, La littérature brésilienne contemporaine (de 1970 à nos jours), Rennes: Presses Universitaires de Rennes, 2007, 238 pages.
GODET,Rita Olivieri et PENJON, Jacqueline, Jorge Amado : lectures et dialogues autour d’une œuvre, Paris : Presses de la Sorbonne Nouvelle, 2005, 208 pages.
GODET, Rita Olivieri et PENJON, Jacqueline, Jorge Amado : leituras e diálogos em torno de uma obra, Salvador : Fundação Casa de Jorge Amado, 2004, 283 pages.
GODET, Rita Olivieri et PEREIRA, Rubens Alves (sous lã direction de), Memória em movimento : o sertão na arte de Juraci Dórea , Feira de Santana – Bahia : UEFS/Programa de Pós-Graduação em literatura e Diversidade Cultural, 2003, 150 pages.
GODET, Rita Olivieri (sous la direction de), Figurations identitaires dans les littératures portugaise, brésilienne et africaines de langue portugaise, Saint-Denis : Université Paris 8, Série “Travaux et Documents” n° 19, 2002, 259 pages.
GODET, Rita Olivieri et SOUZA, Lícia Soares (sous la direction de), Identidades e representações na cultura brasileira, João Pessoa : Ideia Editora, 2001, 230 pages.
GODET, Rita Olivieri et BOUDOY, Maryvonne (sous la direction de), Le modernisme brésilien, Saint-Denis : Université Paris 8, Série “Travaux et Documents” n ° 10, 2000, 197 pages.
GODET, Rita Olivieri (direction, présentation, sélection de poèmes, bibliographie) A poesia de Eurico Alves. Imagens da cidade e do sertão. Salvador : Fundação Cultural da Bahia / EGBA, 1999, 220 pages.

Ouça a petição referente a sua indicação lida pelo acadêmico Aleilton Fonseca.

Petição Rita Olivieri-Godet by webmaster-21

Ouça também o parecer proferido pelo acadêmico Carlos Ribeiro:

Parecer Rita Olivieri_Godet by webmaster-21

Rita Olivieri-Godet eleita como acadêmica correspondente

A ensaísta e pesquisadora baiana Rita Olivieri-Godet foi eleita como membro correpondente da Academia de Letras da Bahia, na sessão do dia 28 de dezembro de 2010, devenmdo tomar posse no primeiro semestre de 2011. Em votação secreta nominal, os acadêmicos acolheram uma petição de Aleilton Fonseca indicando seu nome, que teve o parecer favorável de Carlos Ribeiro, Gláucia Lemos e Yeda Castro, cumprindo a praxe regimental. Em plenário, a candidata foi eleita por unanimidade. Professora titular da Universidade de Rennes 2, Godet destaca-se atualmente na França por seu intenso trabalho de docente, pesquisadora e conferencista, cujo assunto principal tem sido os autores baianos, como Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro, Antônio Torres, Antônio Brasileiro, Juraci Dórea, Eurico Alves, entre outros. Recentemente, recebeu o Prêmio de Ensaio 2010, da União Brasileira de Escritores, do Rio de Janeiro, pelo livro Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro, considerado o melhor ensaio já escrito sobre o autor baiano.

Rita Olivieri-Godet é Licenciada em Letras Vernáculas com francês pela UFBa, tem Doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP e pós-doutorado na Universidade de Paris 10. Foi professora titular de Teoria da literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana–Bahia e Professora Visitante de literatura brasileira da Universidade de Bordeaux 3. Vive atualmente na França, tendo prestado concurso para professora titular de literatura brasileira na Universidade de Rennes 2 em 2003, depois de ter assumido o cargo de Maître de Conférencesna Universidade de Paris 8 (1998-2003).

Entre 2004 e 2006 foi diretora adjunta da Ecole doctorale “Humanités et Sciences de l’Homme” de Rennes 2. Diretora do Departamento de Português de Rennes 2 é também responsável pela coordenação doMaster internacional “Les Amériques” e pelo laboratório de pesquisa PRIPLAP- Pôle de Recherche Interuniversitaire sur les pays de langue portugaise da equipe de pesquisa ERIMIT – Equipe de Recherche “Mémoires, Territoires, Identités”, no seio do qual organiza inúmeras atividades em torno da cultura brasileira, com um destaque especial para a cultura baiana.

O último colóquio internacional “João Guimarães Rosa: memória e imaginário do sertão-mundo”, realizado em Rennes2, em outubro de 2008, contou com a participação de pesquisadores de várias universidades brasileiras e estrangeiras e a presença representativa de artistas e professores baianos como Antônio Brasileiro, Juraci Dórea e Aleilton Fonseca.

Colabora com várias Universidades brasileiras entre as quais se destacam a Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS, a Universidade de São Paulo, a Universidade de Brasília, a Universidade Federal de Minas Gerais, entre outras. Publicou vários artigos em revistas nacionais e estrangeiras e vários livros sobre literatura e cultura brasileiras no Brasil e na França. Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro é a versão revista de um livro publicado originalmente em francês, João Ubaldo Ribeiro: literatura brésilienne et constructions identitaires pela Presses Universitaires de Rennes, em 2005.

Obras publicadas:

GODET, Rita Olivieri, Construções identitárias na obra de João Ubaldo Ribeiro; tradução de Rita Olivieri-Godet e Regina Salgado Campos. São Paulo: Hucitec; Feira de Santana, BA: UEFS Ed.; Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2009. 288p.-(Linguagem e cultura; 44)
GODET, Rita Olivieri, João Ubaldo Ribeiro : littérature brésilienne et constructions identitaires,Rennes : Presses Universitaires de Rennes, Collection Interférences / Programa de Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural/UEFS-Bahia, 2005, 244 pages.
GODET, Rita Olivieri et HOSSNE, Andrea, La littérature brésilienne contemporaine (de 1970 à nos jours), Rennes: Presses Universitaires de Rennes, 2007, 238 pages.
GODET,Rita Olivieri et PENJON, Jacqueline, Jorge Amado : lectures et dialogues autour d’une œuvre, Paris : Presses de la Sorbonne Nouvelle, 2005, 208 pages.
GODET, Rita Olivieri et PENJON, Jacqueline, Jorge Amado : leituras e diálogos em torno de uma obra, Salvador : Fundação Casa de Jorge Amado, 2004, 283 pages.
GODET, Rita Olivieri et PEREIRA, Rubens Alves (sous lã direction de), Memória em movimento : o sertão na arte de Juraci Dórea , Feira de Santana – Bahia : UEFS/Programa de Pós-Graduação em literatura e Diversidade Cultural, 2003, 150 pages.
GODET, Rita Olivieri (sous la direction de), Figurations identitaires dans les littératures portugaise, brésilienne et africaines de langue portugaise, Saint-Denis : Université Paris 8, Série “Travaux et Documents” n° 19, 2002, 259 pages.
GODET, Rita Olivieri et SOUZA, Lícia Soares (sous la direction de), Identidades e representações na cultura brasileira, João Pessoa : Ideia Editora, 2001, 230 pages.
GODET, Rita Olivieri et BOUDOY, Maryvonne (sous la direction de), Le modernisme brésilien, Saint-Denis : Université Paris 8, Série “Travaux et Documents” n ° 10, 2000, 197 pages.
GODET, Rita Olivieri (direction, présentation, sélection de poèmes, bibliographie) A poesia de Eurico Alves. Imagens da cidade e do sertão. Salvador : Fundação Cultural da Bahia / EGBA, 1999, 220 pages.

Ouça a petição referente a sua indicação lida pelo acadêmico Aleilton Fonseca.

Petição Rita Olivieri-Godet by webmaster-21

Ouça também o parecer proferido pelo acadêmico Carlos Ribeiro:

Parecer Rita Olivieri_Godet by webmaster-21