Guernica 75 – Perdoar sim, esquecer jamais

fmFlorisvaldo Mattos

“Perdoar, sim; esquecer, jamais”

Neste abril, precisamente no dia 27, transcorrem os 75 anos do bombardeio da cidade de Guernica, situada ao norte da Espanha, nos Países Bascos, por caças da Legião Condor, a mando de Adolf Hitler, prenunciando a sangueira da segunda guerra mundial que iria ser por ele deflagrada pouco mais de dois anos depois (1939), com a invasão da Polônia.

Por duas vezes, estático e hipnotizado, prostrei-me diante de Guernica, a célebre pintura mural do pintor Pablo Picasso, que retrata a densidade trágica do episódio. A primeira, em 1978, em Nova York, a obra então dominando amplo salão à entrada do MoMA (Museu de Arte Moderna), onde permaneceu de 1942 a 1991, por expressa e cautelosa vontade do pintor; a segunda, em 1994, já em Madri, no museu Casa Del Arte Reina Sophia, para onde a obra se transferira depois de breve período num anexo do Museu do Prado, agora ocupando quase inteiramente vasta parede cercada de vidros blindados e severo aparato de segurança.

Em ambas as ocasiões, entre perplexo e tenso, pude sentir o halo de admiração, reverência e pasmo que envolvia o semblante de cada um dos que, mirando-a, se dispunham em longas filas, reproduzindo-se talvez, num e noutro momento, sensação semelhante à de que se tomaram os visitantes da grande exposição internacional de Paris, ao se deparar com a obra, medindo 3,51m x 7,52m, que ornava a entrada do pavilhão da Espanha, ainda em 1937.

Uns, segundo relatos da época, sem conter as lágrimas, sacudidos pelos ecos da ignominiosa luta fratricida que se travava na Espanha; outros, esses jovens pintores, impactados com desfile da violência por toda o painel, e talvez pela premonição do futuro sombrio que viria logo a seguir, em 1939, a segunda grande guerra. Deixava ali Guernica o modesto e lúgubre atelier de Pablo Picasso, na Rue des Grands-Agustins, na Rive Gauche, para entrar na história da humanidade.

Por isso mesmo, o episódio trágico de Guernica e a monumental obra de Picasso, que se tornaria um ícone na história da arte e da luta ideológica do século XX, comportam duas narrativas, nas quais a guerra sobressai como palco de carnificina e símbolo de morte e horror: a do bombardeio covarde de uma pacata cidade basca no norte da Espanha, em frente ao golfo de Biscaia, pelos aviões da famosa Legião Condor, a mando de Hitler, e a da célebre obra pintada por um artista extraordinário, na qual, remontando à concepção de Homero, na Ilíada, se reafirma que a beleza emerge do sofrimento e do desastre.

Hoje, ante o espetáculo planetário da dissolução de valores, com o terror instalado, atomizado e quase familiarizado no cotidiano de cidades, países e povos, de que são tristes exemplos os ataques do 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, a invasão e ocupação do Iraque, em 2003, as explosões de um trem em Madri, em 2004, e outros tantos em diversos tempos e lugares, doravante, com mortes, mutilações e dor generalizada, pode-se ter uma idéia do que significaram a tragédia da pequena cidade basca e a sua memória pelas mãos de um gênio.
Ruínas de Guernica

Quase às 5 da tarde em ponto – Quase como o eco fatal de um verso de Lorca (“Eram cinco da tarde em ponto” – “A captura e a morte”, em Pranto por Ignácio Sánchez Mejías, 1935), a tragédia de Guernica começou exatamente às 16:45 horas de uma segunda-feira, em 27 de abril de 1937, dia de feira na cidade, a cujas ruas estreitas nesse dia afluíam camponeses dos vales vizinhos com seus produtos. Assim o inglês Hugh Thomas narra cruamente o momento fatídico:

“Já houvera antes outras incursões aéreas na região, mas Guernica não tinha sido bombardeada. Às vinte para as cinco, começaram a surgir os Heinkels 111, primeiro bombardeando a cidade, e em seguida metralhando as ruas. Os Heinkels foram seguidos pelos antigos espectros da Guerra da Espanha, os Junkers 52. O povo começou a correr pela cidade. Foi também metralhado. Bombas incendiárias, pesando até 1.000 libras, assim como poderosos explosivos, foram lançados por ondas de aviões que surgiram de vinte em vinte minutos até às oito menos um quarto. O centro da cidade estava então destruído e em chamas. Tinham sido mortas 1.654 pessoas e feridas 889. A Casa do Parlamento Basco e o famoso carvalho, que ficavam afastados do centro, não foram atingidos.”

Correspondente de guerra na Espanha conflagrada, outro inglês, George L. Steer, enviou um relato ao Times, de Londres, no qual mostrava a estratégia clara do ataque: semear carnificina e o pânico entre a população civil. Eis a sua descrição daquele momento: “Quando entrei em Guernica, após meia noite, as casas estavam caindo de todos os lados, e era totalmente impossível, até para bombeiros, entrar no centro da cidade. Os hospitais Josefinas e Convento de Santa Clara eram montanhas luminosas de brasas, e as igrejas, exceto a de Santa Maria, foram destruídas; as poucas casas que ainda estavam de pé estavam condenadas. Quando voltei a Guernica naquela tarde, a maior parte da cidade ainda estava queimando, e novos incêndios tinham se iniciado. Cerca de 30 mortos estavam jogados no hospital arruinado”.

Cenário assim só em Nova York, depois dos ataques terroristas de 2001 e na Bagdá, depois da ocupação e arrasamento decididos pelo então presidente dos EUA, George W. Bush, e mais recentemente as conseqüências dos tumultos ocorridos no Egito, Líbia e Síria, que a mídia internacional tem denominado de Primavera Árabe.

O episódio provocou um clamor mundial, não apenas pela tragédia em si, mas pelo que ali se prenunciava. Começando a sua escalada, Hitler, justos oito meses antes, entre os acordes de uma ópera wagneriana, anunciara seu apoio ao general espanhol Francisco Franco, que deflagrara a guerra civil para derrubada do governo democrático da República Espanhola, o que culminaria com a vitória das falanges franquistas, em 18 de julho de 1939, vésperas do início da Segunda Guerra mundial, com a invasão nazista da Polônia, em 1º de setembro. E resolveu fazer de Guernica palco para teste de seu poderio bélico: a eficiência de sua força aérea e o poder mortífero de bombas e granadas. Mandou uma carta ao caudilho e o resultado é o que se viu e a história registra: a tragédia maior sobrevinda com a grande guerra de 1939-1945.

Passados 75 anos, livrando-se de Franco, cuja ditadura durou 36, a Espanha democratizou-se, curou suas feridas e progrediu imensamente, embora no momento enfrente os percalços de uma crise financeira que abalou os países da chamada zona do euro. E, apesar da dissidência basca, com surtos de ações terroristas até pouco tempo empreendidas pelo ETA (partido separatista basco), os habitantes de Guernica seguiram o mesmo caminho, resolvendo transformar num lugar de paz e espírito conciliador o que ficou para a humanidade como um símbolo horrendo da beligerância fascista no mundo.

Montaram um museu no centro da cidade, local maior da tragédia, onde se exibe permanentemente a memória dolorosa do bombardeio, tais como fragmentos de bombas e fotografias da destruição, e filmes documentários de variada criação e procedência. Quem a visita relata também a manutenção de um centro de pesquisa sobre a paz, com o nome de Guernica Relembrada (Gernika Gogoratuz, em basco), que recentemente produziu um filme com o título de O bombardeio de Guernica: a marca dos homens. Possui também o museu cópias de esboços da obra de Picasso (provavelmente fotos de Dora Maar), e da própria obra.

E, neste clima de sobranceiro perdão, uma das paredes do Museu de Guernica exibe emoldurada em um quadro o que mentes apressadas poderiam tomar como tardo gesto ou suprema ironia: uma carta do então presidente da Alemanha, Roman Herzog, datada de 27/3/97, a propósito dos 60 anos da tragédia, em que reconhece o ataque da Legião Condor como “injustificável ato de bombardeio aéreo”, acrescentando, solidário e compadecido: “As vítimas desta terrível atrocidade sofreram angústia humana. Nós repudiamos o bombardeio pelos aviadores alemães e o horror que ele causou. Agora nós pedimos reconciliação e paz entre nossos povos”.

Indo de encontro a qualquer juízo temerário, a carta de Herzog refletia uma lição de humanidade, que vem de Homero e da qual derivaram idéias de máxima importância na história posterior – para a Europa e, daí, para o mundo -, como as da anistia política e do armistício, e por isso, também, dos acordos de paz entre nações beligerantes.

Foi quando o gênio grego concebeu no último livro da Ilíada o encontro de Príamo, rei de Tróia, com Aquiles, matador de Heitor, seu filho, este um dos episódios mais cruéis da epopéia. Desfazendo-se dos brios de sua majestade e da idade, o ancião chega sozinho ao acampamento do inimigo; veio resgatar o corpo mutilado de Heitor, em presença do homem que o matara. Aquiles o recebe, manda-o sentar numa poltrona, ouve-o, aquiesce ao pedido e, mesmo ante relutância, convida Príamo para jantar. Diz Homero:

Depois de satisfeita a vontade de comer, o dardânida Príamo, maravilhado, fita Aquiles: aquele porte, aquele aspecto, dizia-se seu rosto refletir o dos deuses. Mas Aquiles também admira Príamo, contemplando seu rosto bondoso e ouvindo as palavras do Dardânida”.

Príamo levou o corpo de Heitor e a guerra prosseguiu. Jasper Griffin define o encontro entre os dois personagens dessa guerra mítica como “a oportunidade de mostrar grande cortesia e reconhecer-se reciprocamente o esplendor e a fragilidade que coexistem na natureza dos homens”.

Não deve pensar diferente hoje o povo de Guernica, marcado pelo horror daquele episódio trágico, mesmo tendo que calar sobre ele durante as quase quatro décadas da ditadura do general Franco. No entanto, há um fulgor de dignidade que permeia este espírito altaneiro, próprio do povo espanhol. No entanto, visitando a cidade em 2000, o americano Herbert Mitgang, em artigo para o The New York Times, anotava. como resumo de suas observações e contatos, o sentimento que sobrevive naqueles corações resignados: “Perdoar, sim; esquecer, jamais”.

Arte maior e manifesto político – A zombeteira frase atribuída a Pablo Picasso – “Eu não procuro, eu acho” -, se verdadeira, encontra total comprovação nesta sua célebre pintura mural. Por meio do poeta José Bergamin, então adido cultural da embaixada em Paris, o governo republicano encomendara ao pintor uma composição para ornamentar o pavilhão da Espanha na grande exposição internacional, com abertura marcada para junho, três meses depois, tendo como temas o trabalho, o progresso e a paz. Pedia-se apenas uma obra impactante, monumental, duradoura.

Picasso aceitou a encomenda por uma quantia então simbólica de 150 mil francos, já que desde o ano anterior assumira atitude política, ao colaborar com a propaganda republicana, através de duas séries de gravuras (Sueño y mentira de Franco), e começou a preparar os esboços para o grande painel centrado em símbolos marcantes da Espanha.

Foi quando em abril sobreveio o ataque covarde a Guernica pela Legião Condor, com o morticínio em sua maioria de velhos, mulheres e crianças. Ao ler a notícia e ver, aterrorizado, as fotos no diário Ce Soir, de 1º de maio, Picasso mudou de idéia, resolvendo pintar uma tela que significasse maiúscula resposta à insanidade e atrocidade da carnificina. Eis como esta sua decisão foi definida pela voz de uma autoridade em arte, o italiano Giulio Carlo Argan:

“Assim nasce, em poucas semanas, Guernica, que se pode dizer o único quadro histórico de nosso século. Ele o é não por representar um fato histórico, e sim por ser um fato histórico. É a primeira intervenção resoluta da cultura na luta política; à reação, que se exprime destruindo, a cultura democrática responde pelo punho de Picasso, criando uma obra-prima”.
Em complemento, Argan chega a fazer uma inusitada comparação.

Considerando a problemática histórica, social e política do século 20 e a histórico-religiosa do século 16, Argan iguala o significado de Guernica de Picasso ao do Juízo Final de Michelangelo Buonarroti (1475-1564) – ambos intervieram “com a autoridade do gênio” no problema mais candente de suas respectivas épocas.

Nos dias de Guernica, que problema europeu era esse? Resumia-se a duas frentes preocupantes: a da ambiciosa ameaça do rearmamento alemão, que se revelara na ousadia da escolha da cidade basca para campo de testes, arrasando-a, e a ascensão do fascismo na Itália, consubstanciada na ocupação da Etópia por Mussolini, em 1935, que duraria até 1941, duas agressões que prenunciavam o ocaso da democracia na Europa, o travamento ao avanço revolucionário da luta operária e, para culminar, a conflagração mundial próxima. O próprio Picasso prescrevia: “A pintura não foi feita para enfeitar paredes. A pintura é uma arma, é a defesa contra o inimigo”.

Esse o ânimo geral da Europa. E o que se passava na Paris onde Picasso vivia? Era só efervescência. Estava nos estertores o governo da Frente Popular, liderado por Léon Blum, afetando duramente o futuro do que então se rotulava de “causa comum” e, frente à ameaça do nazifascismo, ganhavam consistência movimentações para oferecer apoio à luta dos republicanos contra os nacionalistas na Espanha, onde a República definhava, e se empreendiam ações solidárias para acolher os refugiados espanhóis, na sua maioria intelectuais. Dentre outros, integravam esse comitê Picasso, Bergamín, Jean Cassou, Louis Aragon, Tristan Tzara e Paul Éluard, que num só mês ajudaram umas 500 pessoas, entre as quais os poetas Antonio Machado e Rafael Alberti. André Malraux, outro solidário que tinha lutado na Espanha, voltava dos Estados Unidos aonde fora pronunciar uma série de conferências para arrecadar fundos em socorro dos republicanos espanhóis.

Apenas negro, branco e cinza. As diferentes etapas da composição de Guernica puderam ser seguidas graças à série de fotos que Dora Maar, então companheira de Picasso, fizera dos desenhos e esboços, todos por sinal coloridos, mas, talvez por isso, usados pelo artista em preto e branco. Até hoje se discute essa mudança – o não uso de cores na pintura definitiva -, dando-se a isso várias interpretações. O competente Argan dá a sua: “Em Guernica não há cor, apenas negro, branco e cinza. Está excluído que Picasso tenha utilizado o monocromatismo para conferir uma tonalidade sombria e trágica ao quadro: tudo é claro, as linhas traçam com precisão os planos destinados a se preencherem de cor, mas a cor não está ali, foi embora”.

Quando perguntaram ao artista a razão da ausência de cor no quadro, ele respondeu irritado que “não tivera tempo de finalizar”. No entanto, existe uma explicação específica. Segundo Jean-Louis Ferrier, a ausência de cor se deveu a uma opinião de Paul Éluard, que acompanhava quase diariamente a elaboração da obra e o convenceu de que, como estava, refletia mais o atormentado universo a que se reportava. E é de Ferrier esta frase, ao aludir à morte de Picasso em 1973, aos 92 anos: “Durante três quartos de século, ele lançou sobre a arte um vento de tempestade”, de que Guernica foi prova contundente, já que bastou ao pintor, livrando-se das imposições ocasionais do conteúdo e do objeto, socorrer-se da forma para expressar, mais que um momento, a crise vivida então pela civilização ocidental.

Em 2007, a própria cidade de Guernica tinha consciência disto, pois, a propósito dos 70 anos da criação do famoso painel, 30 artistas se reuniram em abril, em San Sebastian (cidade basca) para homenagear o que os bascos consideram o símbolo universal dos horrores da guerra: no pátio externo de uma galeria de arte, foi instalado um painel branco, com as mesmas dimensões da obra de Picasso, para que interviessem sobre ele, com base em fragmentos do original distribuídos a cada um deles. Tinha-se o propósito de que o mural, refletindo a interpretação pessoal que cada um dos pintores atribuía a Guernica,como expressão aglutinadora de diferentes tendências, estivesse à disposição da população e dos visitantes durante os atos rememorativos da ocasião.

Desde a sua primeira exposição, a obra tem sido celebrada por escritores e poetas. Entre estes, não poderia estar ausente Paul Éluard, que lhe dedicou um poema (La victoire de Guernica), no qual preferiu glorificar a gente do povo cuja morte iria servir de exemplo à humanidade – “Homens reais para quem o desespero,/ alimenta o fogo devorador da esperança” e, juntos, irão abrir “a última brotação do futuro”. Para Rafael Alberti, conterrâneo de Picasso, na grande pintura a cor canta com outra ortografia “e a mão dispara uma nova escritura”. Para ele, como “uma onda e outra desolada”, Guernica significa “dor em vermelho vivo”, onde a arte “começa a ser um jogo explosivo”.

Anos depois da visita ao MoMa, impelido pela sensação de impacto que me causara a visão inaugural da obra, coube-me redigir um poema à memória da tragédia de Guernica, que integra o grupo de A Caligrafia do soluço (edição da Fundação Casa de Jorge Amado, 1996), de inspiração ibérica, que vai adiante reproduzido, rematando esta evocação.

REVISITANDO GUERNICA
(Via Picasso; Madri, 1994)

Onde álacres campinas de recreio
Abriam-se a canto e alarido escolar;
Onde antes havia o tempo sem abismos,
Coruscantes ruas, comércio lucrativo,
Familiar convívio de pacatos rostos,
Ah, tudo desapareceu na hora agra:
Algo se transmudou em chão rugoso,
A seara insone de insaciadas fomes.

Foram mil seiscentos e cinquenta
Mortos; oitocentos e oitenta e nove
Feridos e aleijados. Em Guernica,
As platibandas antes imponentes
Testemunharam o furor do sangue;
Enquanto avança o vento assoviando,
Fendas no chão de crenças, sonhos
Súbito de pedra viram coágulos.

Aquartelados nos oitões da sombra,
De alumínio e aço centuriões desatam
Os arsenais de mortas dinastias –
Metálico tropel, inferno a vômitos.
Meteoro cravado a ferro e fogo
Sobre chaga ainda incólume sem idade,
Guernica: Troia em terras de Numância;
Canudos no caminho de My-lai.

Como que pendentes das estatísticas
E dos noticiosos radiofônicos,
Milhares de pássaros em pânico,
Mulheres e homens por aqui passaram,
Sem olhos e mãos aos céus clamando.
Ao marulho de pés acorrentados,
Marcham por vales e nevados montes.
Marcham, e marcham para a eternidade.

Fontes:

Livros:
ARGAN. Giulio Carlo – Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
FERRIER, Jean-Louis – L´Aventure de l´Art au XXe siècle. Paris:
Chêne-Hachette, 1988.
GRIFFIN, Jasper – Homero. Madri: Alianza Editorial, 1980.
LOTTMAN, Herbert L. – La Rive Gauche: Intelectuales y política en Paris (1935-50). Barcelona: Editorial Blume. Versão espanhola: José Martinez Guerricabetia, 1985.
MATTOS, Florisvaldo – Estação de Prosa & Diversos. Salvador: Memorial das Letras, 1997.
__________ A caligrafia do soluço e Poesia anterior (Salvador:
Fundação Casa de Jorge Amado, 1996).
THOMAS, Hugh – A Guerra Civil Espanhola. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, dois volumes. Tradução: Hélio Pólvora e Moniz Sodré, 1964.

Na internet:

CRUZ, José Raimundo Gomes da – Guernica: perdoar, mas nunca esquecer. S/D.
DIEHL, Jörg – Destruição de Guernica por Hitler – Praticando Blitzkrieg no País Basco. Berlim: Der Spiegel, 27/04/2007.
HIDALGO, J. C. – Quando um quadro não é só arte. S/D.

# Florisvaldo Mattos é poeta e jornalista; autor de livros de poesia e ensaio, sendo último “Poesia Reunida e Inéditos (São Paulo: Escrituras Editora, 2011). Ocupa a Cadeira nº 31 da Academia de Letras da Bahia.

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