ALB concede título de membro correspondente a professor da UFF

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O professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense (UFF), Paulo Roberto Pereira, será empossado como membro correspondente da Academia de Letras da Bahia, no próximo dia 04 de outubro (terça-feira), às 18 horas, na sede da instituição literária, no bairro de Nazaré. Na ocasião, o escritor será saudado pelo imortal Edivaldo M. Boaventura.

Paulo Roberto Pereira, que é ensaísta e crítico literário, publicou estudos sobre a interface cultural do Brasil da época colonial ao século XX, sendo responsável também pela reedição da obra completa dos escritores Euclides da Cunha e Machado de Assis.

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ALB lamenta morte de Monsenhor Gaspar Sadoc

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A Academia de Letras da Bahia se solidariza com amigos e familiares do Monsenhor Gaspar Sadoc da Natividade, que faleceu na noite desta quinta-feira (22.09), aos 100 anos. O imortal ocupava a Cadeira nº 10 da instituição literária. O corpo de Sadoc será velado na Igreja de Nossa Senhora da Vitória nesta sexta (23.09), partir das 8h. Às 15h, será celebrada uma missa e o enterro acontecerá em seguida, informou a Arquidiocese de Salvador.

Em março, o sacerdote havia comemorado o seu centenário. Na ocasião, houve o lançamento do livro biográfico 100 anos de Padre Sadoc, da autora Cristina Ramos. A obra relembra as grandes ações socioeducativas, religiosas e culturais desenvolvidas por Sadoc na Igreja da Vitória, santuário que ingressou em 1968.

“Sessão da Saudade” celebra a atuação de Geraldo Machado

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O acadêmico Geraldo Machado, falecido no último mês de agosto, aos 69 anos, será homenageado, no próximo dia 29 de junho (quinta-feira), pela instituição literária com uma “sessão da saudade”. O discurso de saudação será proferido pelo acadêmico benfeitor Edivaldo Machado Boaventura. O evento é aberto ao público.

Academia de Letras da Bahia recebe estudantes para visita guiada

A Academia de Letras da Bahia promoveu, no dia 12 de setembro, uma visita guiada à instituição para mais de 60 alunos da Escola Novo Caminho, localizado no bairro de Fazenda Grande IV, em Salvador.

Na ocasião, os estudantes tiveram a chance de conhecer de perto a instalações da ALB, onde funcionários da instituição explicaram sobre a história da Casa, como o ano de sua fundação, nome do fundador, funções, quadros, pinturas, exposições, galeria dos presidentes, bustos, biblioteca Álvaro Nascimento, biblioteca Jorge Amado, Arquivo Renato Berbert de Castro, auditórios, entre outros detalhes sobre o espaço literário.

Os estudantes puderam ainda simular consultas ao acervo histórico da biblioteca, tendo acesso também às atas do arquivo da instituição literária, bem como ao acervo das bibliotecas. Foram sorteados exemplares do livro vencedor do Prêmio ALB 2016 (A Eternidade da maçã, de Marcus Vinicius Rodrigues). A visita contou com a presença da presidente da Academia, Evelina Hoisel, que falou sobre os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pela entidade, que completa 100 anos em 2017.

A iniciativa integra o projeto Ponto de Cultura Espaço das Letras, que promove o incentivo à leitura e a reflexão através de um programa que possibilita a democratização do acesso às obras literárias, a preservação da memória e da cultura e a capacitação de jovens e adultos. Esta foi o segundo encontro realizado em 2016, que terá ainda mais outras duas visitas à ALB.

ALB homenageia Edgard Santos e Roberto Santos em Seminário

Autoridades e acadêmicos baianos se reuniram na última segunda-feira (12.09), na sede da Academia de Letras da Bahia, no bairro de Nazaré, em Salvador, para homenagear um dos mais expoentes intelectuais brasileiros, o médico Edgard Santos, responsável pela fundação, em 1946, da Universidade Federal da Bahia, da qual foi o primeiro reitor.

O encontro, que integrou a programação do Seminário Relendo Edgard Santos, encerrado na terça-feira (13.09), após iniciativa conjunta entre ALB e Universidade Federal da Bahia, contou com a participação de renomados nomes do ensino, das artes e das ciências na Bahia, como o reitor da Ufba, João Carlos Salles, o antropólogo Ordep Serra, o educador Edivaldo M. Boaventura, além dos professores João Eurico Matta e Fernando da Rocha Peres.
“Edgard Santos possui uma obra de muitas dimensões, mas um legado merece destaque: a Universidade Federal da Bahia. Com a sua lucidez e energia enfrentou muitas dificuldades para erigir e consolidar esta instituição, o que nos reforça a acreditar que o seu pensamento continua vivo e os seus temas – continuadamente – merecem ser discutidos”, destacou Ordep Serra, coordenador do evento.

Os tributos ao pensador baiano tiveram início no dia 08 de setembro, na Reitoria da Ufba, com o festival de livros de autores baianos e o recital da Orquestra Sinfônica e do Madrigal da Ufba, sob a regência do maestro José Maurício Brandão. Já no dia 13, foi a vez do ex-governador do Estado (1975 a 1979), Roberto Santos, filho de Edgard, ser lembrado por sua trajetória profissional. Ele que completou 90 anos no dia 15 de setembro formou-se também em medicina em 1949 e, assim como seu pai, exerceu o cargo de reitor da Ufba de 1967 a 1971.

Na sala dos Conselhos da Reitoria da UFBA, as diversas instituições parceiras – UFBA, Academia de Letras da Bahia, Academia de Ciências da Bahia, Academia Baiana de Educação, Academia de Medicina da Bahia e o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – celebraram os 90 anos do acadêmico Roberto Santos, promovendo uma releitura de sua vasta produção acadêmica e cultural a partir de três eixos temáticos: Roberto Santos: o pesquisador; o reformador da UFBA; o memorialista. Foram palestrantes os acadêmicos Joaci Goés, Edivaldo Boaventura, Professor Emérito da UFBA, a Professora Eliane Azevedo, ex-Reitora da UFBA, e a Profa. Marluce Moura.

Acadêmicos da ALB fazem tributo a Geraldo Machado

Imortais da Academia de Letras da Bahia fizeram uma sessão ordinária, na última quinta-feira (01.09), em homenagem ao acadêmico Geraldo Machado, falecido no último mês de agosto, aos 69 anos. Na sede da ALB, no Palacete Góes Calmon, em Nazaré, os intelectuais baianos relembraram a trajetória profissional do confrade, que ocupava a Cadeira nº 4, cujo patrono é o poeta português Sebastião da Rocha Pita.
“Ele se empenhou em promover a cultura da Bahia. O seu trabalho, de maneira inteligente, rendeu frutos que permanecerão para sempre nas nossas memórias”, citou o antropólogo Ordep Serra.

O membro benfeitor da instituição, Aramis Ribeiro Costa, disse que a entrada de Geraldo Machado na ALB, em 2003, se deu em circunstâncias especiais. “Esta casa tem uma tradição, que não é dela, de eleger, principalmente, notáveis ou expoentes e escritores, produtores de literatura. Mas, a eleição de Geraldo, foi uma demonstração de reconhecimento pela forte gestão cultural que ele desempenhou a frente de diversos órgãos de Salvador e do Estado”, destacou.

Nascido em 1946 e formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), em 1969, Geraldo Magalhães Machado ocupou inúmeros cargos de chefia no Estado. Assumiu a superintendência geral da Fundação Luís Eduardo Magalhães, órgão que ajudou a fundar; além da Secretaria da Indústria e Comércio e Mineração e da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Um dos seus últimos trabalhos foi à frente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). “Deixou-nos uma mensagem de beleza, alegria, simplicidade, inteligência, enfim, de boa amizade”, recordou a acadêmica Urânia Peres.

Participaram também do encontro os imortais Carlos Ribeiro, Aramis Ribeiro Costa, Gerana Damulakis, Fernando da Rocha Peres, João Eurico Matta, Suzana Alice, Luiz Antônio Cajazeiras Ramos, Paulo Ormindo, além da viúva de Geraldo Machado, Kátia Jordan. Ainda este ano, a ALB promoverá a “sessão da saudade”, também em tributo à Machado, reunindo amigos e familiares do intelectual baiano. A data ainda será definida pela diretoria da instituição literária.