Sessão na ALB reverencia Gaspar Sadoc da Natividade

O monsenhor Gaspar Sadoc da Natividade voltou a ser homenageado pelos imortais da Academia de Letras da Bahia, no último dia 28 de novembro (segunda-feira), numa solenidade intitulada Sessão da Saudade. O sacerdote, que faleceu neste ano, aos 100 anos, foi lembrado por sua dedicação às ações socieducativos, religiosas e culturais do Estado.

Na ocasião, o membro benfeitor da ALB, Edivaldo M. Boaventura, prestou reverência à trajetória do Vigário, a quem se referiu como sendo um exímio “orador da palavra”. Elegante, conciso, expressivo, na profundidade da sua vocação, o pároco. A paróquia se engrandecia com o seu pastor”, disse ele, em alusão às suas cerimônias realizadas na Igreja da Vitória, santuário que ingressou em 1968. “Foi um construtor de igrejas e capelas”, completou.

Em outro momento, Boaventura falou sobre a privilégio da convivência com Sadoc. “Fomos realmente privilegiado de poder fluir na palavra de um grande pregado. Raros são os oradores como Sadoc que conseguem processar o pensamento com lógica e cautela, transmitindo com justeza a mensagem. Na medida em que falava, comunicava, ensinava, engendrava o pensamento, instruía, catequizava com naturalidade, sem embaraços e tropeços”, destacou.

O encontro reuniu ainda parentes de Gaspar Sadoc da Natividade. Irmãos, sobrinhos e amigos mais próximos marcaram presença à homenagem, que integra o ritual acadêmico da ALB. O centenário de Sadoc havia sido celebrado em março pela instituição literária. Na oportunidade, foi lançado o livro biográfico 100 anos de Padre Sadoc.

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