Acadêmico Fredie Didier Jr. recebe título de cidadão pessoense


Recém eleito para a Academia de Letras da Bahia, o acadêmico e advogado Fredie Didier Jr. será homenageado, no dia 05 de outubro (quinta-feira), com o título de Cidadão Pessoense, oferecido pela Câmara Municipal de João Pessoa (PB). A entrega da honraria – de autoria do vereador Bruno Farias (PPS/PB) – acontece no Plenário Senador Humberto Lucena, às 16h.

Vale lembrar, que, no dia 30 de novembro, Didier será empossado pelos imortais da ALB em uma solenidade aberta ao público. Conhecido por sua obra voltada ao direito processual civil, ele participou recentemente da revisão do Novo Código de Processo Civil.

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Imortal Joaci Góes é empossado na Academia Baiana de Educação

O imortal Joaci Góes foi empossado no último dia 27 na Academia Baiana de Educação. Na ocasião, a instituição comemorou 35 anos de atuação no Estado. O acadêmico passa a ocupar a Cadeira nº 20 da entidade. Ele foi recepcionado pelo confrade Edivaldo M. Boaventura em uma solenidade realizada na sede da Fundação João Fernandes da Cunha, no bairro do Campo Grande.

Estudantes de Simões Filho visitam sede da ALB

Através do projeto Ponto de Cultura – Espaço das Letras, uma parceira com o Governo do Estado, a Academia de Letras da Bahia recebeu, nesta terça-feira (26.09), alunos do Colégio Cecília, situado no município de Simões Filho, região metropolitana de Salvador (BA). Ao todo, 13 alunos, conduzidos por duas professoras, puderam ver perto as dependências da instituição literária. Como parte da programação do Círculo Baiano de Leitura, foram doados por funcionários da ALB o livro Um amor desconhecido e outras crônicas, da escritora Mirella Márcia Longo. A ideia é que a obra seja trabalhada em sala de aula.

Esta não é a primeira vez que uma escola baiana visita as instalações da Academia. O trabalho vem sendo desenvolvido há alguns anos no intuito de promover o incentivo à leitura e a reflexão através de um programa que possibilita a democratização do acesso às obras literárias, a preservação da memória e da cultura baiana.

  • Confira imagens do encontro: 

Academia de Letras da Bahia recebe a escritora portuguesa Teolinda Gersão

Um dos principais nomes da literatura portuguesa, a escritora Teolinda Gersão esteve, na última quinta-feira (21.09), na sede da Academia de Letras da Bahia palestrando sobre o seu novo romance “A Cidade de Ulisses”, livro recém-lançado no Brasil pela editora Oficina Raquel. A vinda da escritora à Bahia é uma parceira entre a ALB, o Programa de Pós-Graduação de Estudos Literários da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e a Cátedra Fidelino de Figueiredo.

Uma das escritoras modernas mais premiadas do país Luso, Gersão foi apresentada pela presidente da ALB, Evelina Hoisel, que destacou a importância do encontro para a instituição literária. “Teolinda é uma referência na literatura portuguesa. É uma satisfação enorme para Academia trazer uma escritora tão conceituada. Não há dúvidas que essa parceria é um momento precioso e uma oportunidade incrível de enriquecimento cultural”, disse. O escritor e acadêmico Aleilton Fonseca, um dos responsáveis pelo vinda da escritora à Bahia, lembrou sobre a troca de cartas realizadas entre ela e outro importante escritor lusitano, José Saramago. Alguns críticos enxergam similitude literária de Teolinda com a escrita de Saramago, no tom coloquial, que transparece em frases populares e provérbios que utiliza nas suas narrativas, aproximando o escritor do leitor.

Teolinda Gersão revelou que a literatura de autores baianos foram referências para a sua formação como escritora. “É um momento de muita alegria e satisfação, pois a Bahia é um lugar que conheci através da literatura, lendo os romances de Jorge Amado. Foi daí que começou a minha aproximação com a literatura brasileira. Ler um livro em outra língua é muito enriquecedor, e isso me ajudou muito, abrindo-me possibilidades como escritora diante de toda essa contribuição cultural”, afirmou.

Obra

Com relação ao livro “A Cidade de Ulisses”, que recebeu os Prêmios Ciranda e da Fundação Antônio Quadros, ambos em Portugal, a escritora classificou o título escolhido à essência e o contexto da antiga e a moderna cidade de Lisboa, fundada pela figura mitológica e herói de guerra grego, Ulisses. O romance tem sua narrativa ligada às artes visuais e questões políticas.“Todo livro é um caminhar no escuro, com uma nova aventura, uma nova história a cada página lida”, contou a autora. Após a palestra, houve o lançamento e a sessão de autógrafos da obra. A literária, que já passou pela cidade baiana de Feira de Santana, cumprirá agenda também nas cidades São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Petrópolis e no Rio de Janeiro, onde será recebida pelos imortais na Academia Brasileira de Letras (ABL).

Com livros traduzidos para 11 línguas, ela possui ao longo da sua carreira profissional livros publicados como Prantos, amores e outros desvarios (2016), Passagens (2014), As águas livres (2013), A cidade de Ulisses (2011), A mulher que prendeu a chuva (2007), Histórias de ver e andar (2003), O mensageiro e outras histórias com anjos (2003), Os teclados & três histórias com anjos (2012), Os anjos (2000), Os teclados (1999), A árvore das palavras (1997), A casa da cabeça de cavalo (1995), O cavalo de sol (1989), Os guarda-chuvas cintilantes (1984), História do homem na gaiola e do pássaro encarnado (1982), Paisagem com mulher e mar ao fundo (1982) e O silêncio (1981).

 

Acadêmica Edilene Matos homenageia o escritor Herberto Sales


A obra do jornalista e escritor baiano Herberto Sales, falecido em 1999, será relembrada, no dia 26 de setembro (terça-feira), pela imortal da Academia de Letras da Bahia Edilene Matos. O encontro, que terá início às 15h, será realizado na Biblioteca Central do Estado da Bahia, situada no bairro dos Barris. Mattos atualmente é professora do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos da Universidade Federal da Bahia (IHAC/Ufba). O evento é aberto ao público.

Em 1971, Herberto Sales passou a ocupar a cadeira nº 3 da Academia Brasileira de Letras, após publicar – ao longo da sua carreira literária – mais de 30 livros, tendo destaque a sua obra de estreia Cascalho, romance lançado em 1944, ano em que ainda residia na sua cidade natal, Andaraí, na região da Chapada Diamantina. Com mais de 650 páginas, o livro logo se colocou ao lado das grandes obras do ciclo nordestino, iniciado com José Américo de Almeida e prolongado por Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Jorge Amado e Rachel de Queiroz.

Visita guiada à ALB tem encontro literário com Gláucia Lemos

A terceira etapa da visita guiada do projeto Ponto de Cultura Espaço das Letras à sede da Academia de Letras da Bahia foi realizada no último dia 19, reunindo alunos do Colégio Estadual Cidade de Candeias. Ao todo, 26 estudantes conheceram de perto as instalações da instituição literária, onde puderam saber um pouco da história da entidade centenária, a exemplo do ano de sua instalação, nome do fundador, funções, quadros, pinturas, exposições, galeria dos presidentes, bustos, bibliotecas, arquivos, auditórios, dentre outros detalhes sobre o espaço cultural.

Os alunos, conduzidos pelo professor Emanoel da H. Bomfim, tiveram a chance ainda de participar de um encontro literário com a escritora e imortal Glaucia Lemos, que falou sobre o processo criativo dos seus livros. Na ocasião, a acadêmica realizou o sorteio e sessão de autógrafos de livros de sua autoria para os jovens estudantes. Como parte da programação do Círculo Baiano de Leitura, houve também a distribuição do livro O Galope de Ulisses do escritor José Inácio Vieira de Melo.

Teolinda Gersão lança na Academia de Letras da Bahia o romance “A Cidade de Ulisses”

Importante nome da literatura portuguesa, a escritora Teolinda Gersão fará palestra na Academia de Letras da Bahia no dia 21 setembro (quinta-feira), às 17 horas. A conferência abordará o seu novo romance “A Cidade de Ulisses”, recém-lançado no Brasil pela editora Oficina Raquel. A obra, muito elogiado pela crítica em Portugal, tem como contextos a antiga e a moderna cidade de Lisboa, envolvendo as artes visuais e as questões políticas. A história dos personagens centrais termina no Brasil. Após a palestra, haverá o lançamento e a sessão de autógrafos do livro. A entrada é gratuita.

No dia 20 (quarta-feira), ela falará ainda na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). A vinda da escritora à Bahia é uma parceira entre a ALB, o Programa de Pós-Graduação de Estudos Literários da Uefs e a Cátedra Fidelino de Figueiredo. A autora cumprirá agenda também nas cidades São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Petrópolis e no Rio de Janeiro, onde será recebida pelos imortais na Academia Brasileira de Letras (ABL).

Sobre Teolinda Gersão

Uma das mais importantes contistas e romancistas da literatura portuguesa contemporânea, a obra de Teolinda Gersão é consagrada em Portugal – onde tem marcado o panorama literário nos últimos 35 anos – e no estrangeiro, com livros traduzidos para 11 línguas. Alguns críticos enxergam similitude literária de Teolinda com a escrita de José Saramago, no tom coloquial, que transparece em frases populares e provérbios que utiliza nas suas narrativas, aproximando o escritor do leitor.

Até 1995, Teolinda foi professora na Faculdade de Letras e depois na Universidade Nova, ambas em Lisboa, na cadeira de Literatura Alemã e Literatura Comparada. Estudou na Alemanha e também viveu no Brasil. Recebeu vários Prêmios Literários, dentre eles Grande Prêmio de Romance e Novela da APE (1995), Prêmio de Ficção do Pen Club (1981 e 1989), Prêmio Fernando Namora (1999) e Prêmio Vergílio Ferreira (2016).

A autora publicou Prantos, amores e outros desvarios (2016), Passagens (2014), As águas livres (2013), A cidade de Ulisses (2011), A mulher que prendeu a chuva (2007), Histórias de ver e andar (2003), O mensageiro e outras histórias com anjos (2003), Os teclados & três histórias com anjos (2012), Os anjos (2000), Os teclados (1999), A árvore das palavras (1997), A casa da cabeça de cavalo (1995), O cavalo de sol (1989), Os guarda-chuvas cintilantes (1984), História do homem na gaiola e do pássaro encarnado (1982), Paisagem com mulher e mar ao fundo (1982) e O silêncio (1981).